quarta-feira, 1 de abril de 2009

Projeto 12:30 acústico apresenta Paulo Galvão


Projeto 12:30 Acústico recebe a arte do violão clássico em solos do português Paulo Galvão
Dia 02/04, quinta-feira, às 12h30, no Teatro da UFSC. Gratuito e aberto à comunidade.

O instrumentista português Paulo Galvão, em solos de vilão clássico, é a atração do Projeto 12:30 Acústico desta quinta-feira, dia 02/04, às 12h30 no Teatro da UFSC. O evento é gratuito e aberto à comunidade.

No repertório, obras originais de Paulo Galvão, incluindo alguns fados e a Suíte em S, com Prelúdio, Canção, Valsa, Intermezzo e Trémulo.

Paulo Galvão estudou no Conservatório Nacional de Lisboa, onde concluiu o Curso de Viola Dedilhada. Participou de vários cursos internacionais onde trabalhou com profissionais da França, Estados Unidos, México e Suécia.

Conta com um currículo que acumula apresentações em festivais de Música Barroca, atuação como músico em filmes e peças de teatro, e conferencista em simpósio internacional de Guitarra Portuguesa, em Portugal.

Atualmente, exerce funções docentes na Academia de Música de Lagos e Conservatório de Portimão – Joly Braga Santos e Curso Profissional de Música – ESPAMOL.

Saiba mais sobre Paulo Galvão:

Nasceu em Portimão, cidade pesqueira e turística do Algarve, Sul de Portugal, em 1967. Iniciou os seus estudos Musicais na Escola de Música de Grupo Coral de Lagos. Ingressando em seguida no Conservatório Nacional de Lisboa, onde concluiu, em 1991, o Curso de Viola Dedilhada na Classe do Professor Manuel Morais. Com o mesmo Professor concluiu em 1997, com a classificação de 19 valores, o curso de Alaúde e Guitarra Barroca. No ano letivo 1989/90 estudou com Roth Ede (Hungria) em Budapest.

Frequentou vários estágios nos Cursos Internacionais do Estoril e Casa de Mateus, onde trabalhou com A. Ponce (França), Hopkinson Smth (EUA), Xavier Hinojosa (México), Jakob Lindberg (Suécia) e Carlo Marchione (Itália), dos quais recebeu os melhores elogios. Como solista, tem-se apresentado em recitais em Portugal e na Hungria. Apresentando-se na 2º Festival de Música Barroca do Algarve e no 3º Festival de Música Antiga do Convento de Cristo.

Com o Grupo Vocal Olissipo participou no concurso Internacional e Coral Citá d’Arezzo-95 onde se classificaram em 2º lugar na categoria de conjunto de Câmara; e em 1997 atuou no Festival de Música Antiga de Flandres. Entre 1995 e 1998, pertenceu ao grupo de Dança e Música Barroca “Canora Truba”, tendo também colaborado com os “Segréis de Lisboa” em diversas Jornadas de Música Antiga.

Tem sido convidado para participar como músico em filmes e peças de teatro. Sendo de destacar a colaboração com o “Teatro da Cornucópia” em: “Um Auto de Gil Vicente” de A. Garrett, “A Margem de Alegria” de Ruy Belo, “barba Azul” de Jane-Claude Biette e “O Triunfo do Inverno” de Gil Vicente com o qual se deslocou em 1995 a Paris. No Cinema participou nas produções: “O Judeu” e “3 Pontes sobre o Rio” de Jane –Claude Biette.

Abordando a história e o repertório dos instrumentos antigos de corda dedilhada, apresentou-se em palestras na Universidade Nova de Lisboa, no Conservatório de Portimão Joly Braga Santos e na Escola Nossa Senhora do Cabo. Em Setembro de 2001, proferiu uma conferência intitulada “Uma abordagem do Livro do Conde de Redondo” no 1º Simpósio Internacional de Guitarra Portuguesa, realizado na Universidade de Évora.

No ano letivo de 1997/98, integrou o quadro docente na Escola de Música do
Conservatório Nacional como Professor de Alaúde e Viola Dedilhada. Entre 1994 e 1999 leccionou Viola Dedilhada na Escola de Música de Linda-a-Vilha e Academia de Música de Santa Cecília.

Em 2007, formou o Duo Al-Guitarra com Ricardo Batista. Esta formação tem-se apresentado regularmente em Portugal a convite de diversas entidades. Tendo também feito a sua apresentação em Espanha num pequeno ciclo de 4 recitais.

Lecionou Viola Dedilhada no Conservatório Nacional, na Escola de Música de Linda-a-Velha e Academia de Música de Santa Cecília. Atualmente, exerce funções docentes na Academia de Música de Lagos, no Conservatório de Portimão – Joly Braga Santos e no Curso Profissional de Música – ESPAMOL.

Discografia:
1999-Recital Duo GALVÃO
2000 - “O Livro de Guitarra do Conde de Redondo”
2000 -“O Cancioneiro de Elvas”.
2001 - “Moçárabe”, integrando o Ensemble Moçárabe.
2004 – “Écloga”

Projeto 12:30

O Projeto 12:30 é realizado pelo DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente, às quartas-feiras, ao ar livre na Concha Acústica, e quinzenalmente às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro.

Artistas e grupos interessados em participar do projeto devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.


SERVIÇO

O QUE: Show musical de violão clássico com Paulo Galvão, de Portugal
QUANDO: Dia 02 de abril de 2009, quinta-feira, às 12h30
ONDE: Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC
QUANTO: Gratuito e aberto ao público
CONTATO: Projeto 12:30: (48) 3721-9348 e projeto1230@dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material do artista.

terça-feira, 31 de março de 2009

Projeto 12:30 - Coletivo Operante

Projeto 12:30 recebe novo show da banda Coletivo Operante
A banda Coletivo Operante é a atração do Projeto 12:30 desta quarta-feira, dia 01//04, na concha Acústica da UFSC. O show é gratuito e aberto à comunidade.

A banda retorna aos palcos da UFSC com um novo show no qual, a partir do rock, abraça os ritmos caribenhos do reggae e do ska, do funk e do samba em canções melodiosas e dançantes. “Daquelas que a gente volta pra casa assoviando”, dizem os integrantes do grupo. O repertório inclui, além de suas composições, versões que a banda fez para alguns clássicos do pop como “Eu Bebo Sim”, “Lively Up Yourself” e “Ela”.

O grupo é formado por Caio Cezar (voz e guitarra), Guilherme Ledoux (bateria), Luiz Maia (baixo e voz) e Ulysses Dutra (guitarra). A banda iniciou suas atividades em meados de 2006 e na sua trajetória já participou de outras edições do Projeto 12:30 da UFSC, incluindo a participação no Intercâmbio Catarinense, que é um desdobramento do projeto que percorre escolas públicas.

A banda se apresentou em escola do bairro Rio Vermelho, em Florianópolis, envolvendo alunos e funcionários da escola numa apresentação descontraída que aproximou os artistas da daquela comunidade.

Desde 2007, os integrantes têm participado do Clube da Luta SC, evento que promove a música autoral em Santa Catarina.

Mais informações sobre a banda: www.myspace.com/coletivooperante

Projeto 12:30
O Projeto 12:30 é realizado pelo DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente, às quartas-feiras, ao ar livre na Concha Acústica, e quinzenalmente às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro.

Artistas e grupos interessados em participar do projeto devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

Serviço:

O QUE: Show com banda “Coletivo Operante”
QUANDO: Dia 1º de abril de 2009, quarta-feira, às 12h30min
ONDE: Projeto 12:30 na Concha Acústica da UFSC, defronte do CCE
QUANTO: Gratuito e aberto ao público
CONTATO: Coletivo Operante: (48) 9923.8966 – www.myspace.com/coletivooperante
CONTATO Projeto 12:30: (48) 3721-9348 e projeto1230@dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material da banda.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Teatro da UFSC - Choro e Poesia

Teatro da UFSC recebe o espetáculo ´Choro e Poesia`, com o grupo Ginga do Mané e o poeta César Félix
O espetáculo 'Choro e Poesia' é a atração do Teatro da UFSC desta sexta-feira, dia 27/04.

Nesta sexta-feira, dia 27, às 20h, o Teatro da UFSC recebe o espetáculo ´Choro e Poesia`, com o grupo Ginga do Mané e o poeta César Félix. Com uma hora e meia de duração, o espetáculo conta com músicas de clássicos do chorinho - como Jacob do Bandolin, Pixinguinha, Waldir Azevedo e Ernesto Narareth -, e, acompanhando as músicas, obras de poetas clássicos como Jorge Luís Borges, Carlos Pena Filho, Cruz e Sousa, Alberto Caeiro e Vladmir Maiakowski, declamadas pelo poeta acreano César Félix (Cesinha).

O público poderá apreciar um espetáculo diferente, onde o choro fortalece a forma poética e a poesia enriquece a música. Como dizem os artistas deste espetáculo: “Música e poesia, duas manifestações; músicos e poetas, duas ações; tudo girando em torno de um só espaço: o da Arte.” Haverá ingresso ao preço de meia entrada para os que levarem uma poesia no dia do espetáculo.

Sobre o Ginga do Mané

O nome do grupo faz alusão ao choro ´A Ginga do Mane`, do inimitável mestre Jacó do Bandolim, e também faz referência ao jeito florianopolitano de ser, que carinhosamente é chamado de “manezinho”.

A célula inicial do grupo nasceu nas aulas práticas ministradas no Centro Musical Wagner Segura, em Florianópolis, onde alguns dos integrantes foram alunos, ou ainda hoje, como é o caso da cavaquinhista Fernanda Silveira e do pandeirista Fabrício Gonçalves, são professores.

O Ginga do Mané é formado pelos músicos catarinenses Bernardo Sens (flauta), Fabrício Gonçalves (pandeiro), Fernanda da Silveira (cavaquinho) e Raphael Galcer (violão de sete cordas), que buscam mesclar a impetuosidade da juventude com a necessária dedicação e a responsabilidade de executar obras musicais tão elaboradas e vinculadas ao perfeccionismo, como exige a execução de um choro, um gênero genuinamente brasileiro.

Dentre as atividades desenvolvidas pelo ´Ginga do Mane` destaque para a participação no III Festival dos Grupos de Samba-Raiz de Florianópolis, em 2004; as apresentações no lançamento do Clube do Choro de Florianópolis e no Circuito Banco do Brasil – Etapa Santa Catarina, ambas em 2005, e participações no FAM – Florianópolis Audiovisual Mercosul, edições 2007 e 2008.

Veja mais sobre o grupo e seus integrantes em www.gingadomane.com.br.

Sobre o poeta

César Félix (Cesinha), com formação em História pela UFSC, é professor e ativista de movimentos sociais e culturais. Tem três livros de poesia publicados: ´A oficina da poesia` (2003), ´Se você olhar dentro do poema, o poema olhará dentro de você` (2006) e ´Se existe poesia existe vida` (2008) – publicações independentes. Declamou poesia em vários projetos artísticos, entre eles: Quintal das Artes (1998) e Projeto 12:30 (DAC-UFSC), Encontro Mundial dos Estudantes (Havana-Cuba, 1997), Projeto Velhos Amigos (2001), A Barca do Livro (2008), Espaço Cultural Sol da Terra (2008).

Apresentou o espetáculo ´Sobre a Arte de amar`, em 2005, no teatro da UFSC; ´Espelhados – A vida refletida em poesia`, no ano de 2006, ao lado de Ryana Gabech e Raphael Galcer, e ´Harmonia da palavra`, com Bernardo Sens em 2007. Cesinha participou do projeto Margem Esquerda música e poesia Brasileira – com apresentações no Sesc de Florianópolis e nas cidades de Madri, Sevilla, Xiclana e Granada, todas na Espanha, em 2008, e Participou em Florianópolis, juntamente com o grupo ´Bom Partido` do show em Homenagem aos 100 anos de Cartola. Em 2009, o poeta tem se apresentado no espetáculo ´Rio da Impermanencia`, com o violonista Rafael Buti e com o grupo de choro Ginga do Mané. Em parceria com a fotógrafa Clara Figueredo, Cesinha tem apresentado a exposição de fotopoemas ´Poesia em Preto e Branco`.

Serviço:

O QUÊ: espetáculo ´Choro e Poesia`, com o grupo Ginga do Mané e o poeta César Félix.
QUANDO: Dia 27 de março de 2009, às 20 horas
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis
QUANTO: Inteira: R$ 20,00 e Meia Entrada: R$ 10,00. Pagarão meia entrada: estudantes, maiores de 60 anos, professores da rede pública e todos aqueles que trouxerem uma poesia.
CONTATO: Raphael Galcer (Ginga do Mané) 48-9904-2281

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material dos artistas.

terça-feira, 24 de março de 2009

Projeto 12:30 - Banda Compasso Aberto


Projeto 12:30 apresenta show musical com a Banda Compasso Aberto
Dia 25/03, quarta-feira, às 12h30, na Concha Acústica da UFSC. Gratuito e aberto à comunidade

Esta apresentação da banda na Universidade Federal de Santa Catarina faz parte do Programa Petrobras Cultural, de 2007, através da Lei de Incentivo à Cultura, em que a banda foi contemplada com o Projeto Educando através da Música Brasileira. O projeto deu quinze bolsas de estudo para formação de músicos de baixa renda e vem fazendo uma série de apresentações em diferentes locais da grande Florianópolis. Seu repertório inclui os diversos gêneros musicais brasileiros como lundu, maxixe, choro, marcha-rancho, frevo entre outros. Durante a apresentação será distribuído um livreto com textos e ilustrações sobre os referidos gêneros.

A banda Compasso Aberto é um dos grupos musicais da Escola Livre de Música Compasso Aberto, que desenvolve uma forma de ensino onde o conteúdo teórico e a prática caminham juntos. O trabalho é coordenado por Silvia Beraldo.

Compasso Aberto - Escola Livre de Música
A Compasso Aberto - Escola Livre de Música foi fundada em janeiro de 1995, em Florianópolis. O projeto foi elaborado pela saxofonista Silvia Beraldo para a conclusão do seu bacharelado na Berklee College of Music (Boston). Além de cursos de instrumentos, teoria e percepção, harmonia e improvisação, a Escola oferece ainda diversas práticas de conjunto e curso preparatório para vestibulares de música.

Desde a sua criação, a Compasso Aberto vem difundindo a música através de shows e concertos em teatros, praças, escolas e universidades e de workshops com músicos de referência no panorama da música brasileira como o guitarrista Toninho Horta, o violonista Marco Pereira, o baterista Nenê e o maestro Ian Guest, entre muitos outros. No show de comemoração dos seus 10 anos, a Escola contou com a participação do grande músico mineiro Tavinho Moura.

Silvia Beraldo

Diretora musical da Compasso Aberto, professora de saxofone, flauta transversal, harmonia, improvisação, prática de conjunto, percepção, teoria e arranjo.

Graduada "Magna Cum Laude" pela "Berklee College of Music”, em Boston (EUA 1994). Como instrumentista e com trabalho próprio de arranjos e composições se apresentou em diversas cidades brasileiras, em Paris, Boston e Otawa. Compôs as trilhas sonoras dos filmes "Manhã", "Ponte Hercílio Luz", "Antropóloga" de Zeca Pires,”Nem o Céu Nem a Terra” de Isabela Hoffmann e "Doce de Côco" de Penna Filho.

Foi a diretora musical do filme "Cruz e Sousa" de Sylvio Back, para o qual fez uma pesquisa sobre a música do século XIX no Desterro. Fez a direção musical do espetáculo “Negros em Desterro”, desenvolvendo pesquisa sobre cantos afro-brasileiros em Florianópolis, além de arranjos e composições. Foi premiada nas “Mostras Sesc de Música” 2004 e 2005, gravando suas composições no CD coletivo das mesmas. Sua marcha “Onodi” ganhou 2º lugar no “5º Concurso de Música de Carnaval” em 2005, de Florianópolis. Em 2006, desenvolveu o projeto “Ampliação e Consolidação da Banda Compasso Aberto” patrocinado pela Petrobras. Em 2007, seu projeto "Educando através da Música Brasileira" foi contemplado pelo Programa Petrobras Cultural.


Veja mais em www.compassoaberto.com.br

Projeto 12:30

O Projeto 12:30 é realizado pelo DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente, às quartas-feiras, ao ar livre na Concha Acústica, e quinzenalmente às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro.

Artistas e grupos interessados em participar do projeto devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.



SERVIÇO:

O QUE: Show com a Banda Compasso Aberto
ONDE: Projeto 12:30, na Concha Acústica da UFSC, Trindade - Florianópolis
QUANDO: Dia 25 de março de 2009, quarta-feira, às 12h30min
QUANTO: Gratuito e aberto ao público
CONTATO: (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou projeto1230@dac.ufsc.br ou www.compassoaberto.com.br - fone (48) 3222-0282 - compasso@compassoaberto.com.br

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material da banda

quarta-feira, 18 de março de 2009

Projeto 12:30 Acústico - "O Rio da Impermanência"

Projeto 12:30 Acústico apresenta “O Rio da Impermanência” com o poeta César Augusto Félix (Cesinha) e os violonistas Rafael Buti e Raphael Galcer.
A apresentação acontece no Teatro da UFSC, dia 19/3, quinta-feira, às 12h30. É gratuito e aberto à comunidade.


O Rio da Impermanência

Resultado da produção poética e musical de César Augusto Félix (Cesinha), Rafael Buti e Raphael Galcer, “O Rio da Impermanência” é um show com uma hora e meia de duração de música e poesia brasileira.

Além de composições próprias o poeta declamará poemas de clássicos como Vinícius de Moraes, Vladimir Maiakovski, Alberto Caeiro, Carlos Drumond de Andrade, assim como, poemas do florianopolitano Charles Silva, do pernambucano Carlos Pena Filho, do piauiense Torquato Neto, do paulista Arnaldo Antunes e dos acreanos Antonio Manoel e Aldo Nascimento, uma homenagem a poetas muito bons, porém de pouco reconhecimento.

Na música estarão presentes as composições de Raphael Galcer e Rafael Buti, além das interpretações de composições de Chico Buarque de Holanda, Egberto Gismonti, Paulo Valle e Marcos Vale.

Três autores, três compositores, três artistas:
O sentimento transposto em palavras e a música cantada pelos violões. O exercício seria encontrar algo que os unisse, algo na palavra, no sentimento, nos violões, na música, no ato de compor e de escrever que reverberasse a mesma sintonia dos artistas.

Sobre o espetáculo, os artistas dizem que são poemas e músicas revelados e revelando-se pelo amor à arte, à vida: um erro, uma dor, uma decepção, uma alegria, uma rebeldia. Amor ao permanente e ao impermanente, a tudo que diz e contradiz. Porque se existe poesia existe vida, e “sem a música a vida seria um erro”.

Sobre os integrantes
César Félix (Cesinha) é o poeta do grupo, com formação em História pela UFSC, é professor e ativista de movimentos sociais e culturais. Tem três livros de poesia publicados: “A oficina da poesia” (2003),“Se você olhar dentro do poema, o poema olhará dentro de você” (2006)e "Se existe poesia existe vida" (2008) – publicações independentes. Declamou poesia em vários projetos artísticos, entre eles: “Quintal das Artes” 1998 e projeto 12:30 (DAC-UFSC), Encontro Mundial dos Estudantes (Havana-Cuba)1997, projeto Velhos amigos, A Barca do livro, Espaço Cultural Sol da Terra.

Apresentou o espetáculo “Sobre a Arte de amar” em 2005 no teatro da UFSC, “Espelhados – A vida refletida em poesia,” no ano de 2006, ao lado de Ryana Gabech e Raphael Galcer, e “Harmonia da palavra” com Bernardo Sens em 2007. Cesinha participou do projeto Margem Esquerda – música e poesia Brasileira – com apresentações no Sesc de Florianópolis e nas cidades de Madri, Sevilla, Xiclana e Granada, todas na Espanha em 2008 e Participou em Florianópolis, juntamente com o grupo “Bom Partido” do show em Homenagem aos 100 anos de Cartola. Em 2009, além do espetáculo “Rio da Impermanencia”, Cesinha apresenta em parceria com a fotografa Clara Figueredo a Exposição de fotopoemas “Poesia em Preto e Branco”.


Raphael Galcer é musico e compositor. Estudou harmonia com o guitarrista Dalton Xavier em Itajaí, cidade onde participou do festival de musica de Itajaí, abrindo apresentações de Wagner Tiso, Luis Melodia e Demônios da Garoa, também participou de oficinas com mestres como Mauricio Carrilho, Pablo Tridade, Clara Sandroni e Arismar do Espirito Santo. Foi integrante por dois anos do Bom Partido, grupo de samba de Florianópolis que interpreta várias vertentes do gênero como o partido alto, o samba de roda, samba canção, samba de breque entre outros. É integrante do Ginga do Mané, grupo de choro de Florianópolis. Recentemente esteve turnê por algumas cidades da Espanha com o grupo Margem Esquerda “musica e poesia brasileira”.

Rafael Palermo Buti é mineiro da cidade de Ouro Fino. Antropólogo Formado pela UFSC, Rafael Buti é Poeta, violonista e compositor, têm se valido das influências de músicos como Milton Nascimento, Chico Buarque, Egberto Gismonti, Geraldo Azevedo e Tom Jobim para compor suas músicas. Em 2004, apresentou algumas de suas composições no espaço cultural Café Filosófico, em Campinas-SP. Em 2005 esteve em diversas apresentações no circuito universitário da UFSC. Em 2006, fez uma turnê de seis meses em casas de show e bares de Roma e Palermo, na Itália. Em 2007, foi um dos integrantes do grupo Pé na Cozinha, fazendo uma releitura da obra “Afrosambas”, de Vinícius de Moraes e Baden Powel.

Projeto 12:30

O Projeto 12:30 é realizado pelo DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente, às quartas-feiras, ao ar livre na Concha Acústica, e quinzenalmente às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro.

Artistas e grupos interessados em participar do projeto devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

Serviço:

O QUE: Espetáculo “O Rio da Impermanência”, com o poeta César Augusto Félix (Cesinha) e os violonistas Rafael Buti e Raphael Galcer
ONDE: Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, Trindade - Florianópolis
QUANDO: Dia 19 de março de 2009, quinta-feira, às 12h30min
QUANTO: Gratuito e aberto ao público
CONTATO: (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou projeto1230@dac.ufsc.br.

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material do grupo

terça-feira, 17 de março de 2009

Projeto 12:30 - James Gin & Seus Copos Quebrados



O Projeto 12:30 recebe a banda James Gin & Seus Copos Quebrados, na Concha Acústica da UFSC.
Nesta quarta-feira (18/03),
O evento é gratuito e aberto à comunidade

James Gin & Seus Copos Quebrados é uma banda de blues, que surgiu em 2004, quando alguns amigos que estavam se formando em Ciência da Computação resolveram fazer um som para alegrar a formatura, e na época não foram bem sucedidos, dizem os integrantes.

Mas como são persistentes ou teimosos eles continuaram a compor e a ensaiar, até que no final de 2006 resolveram assumir uma nova empreitada: fazer um CD autoral.

O grupo faz uma bem humorada mistura de estilos, porém respeitando as raízes do blues, onde o que vale são as letras e o ritmo dançante das músicas, caracterizadas pelo humor inteligente, “sem frescura nem apelação”, dizem os componentes da banda.

Com um senso de humor acima da média, a inspiração para compor vem do cotidiano e de filmes. Melodias simples, estilo dó, fá, sol e temas que vão de relacionamento problemáticos até o mundo digital compõem o trabalho da banda, primeira a gravar um disco de blues autoral no Estado de Santa Catarina.

Cientes do desafio de conquistar público, mercado e casas noturnas, a receita da banda é simples: amor e sentimento no que faz - unanimidade entre todos os integrantes.

Os músicos anunciam ao público que assistir à apresentação é garantia de escutar e dançar muito ao som de clássicos do blues e canções que estão fazendo sucesso, contidas no primeiro CD.

Segundo os integrantes do grupo, "com pouco tempo de estrada, Velho Barreiro, muita dor de cotovelo nas letras e principalmente muita cara de pau, a banda James Gin e seus Copos Quebrados acabou de terminar a gravação do seu primeiro CD, contando com um repertório de muito Blues na veia".

A James Gin é:

Abilio Bueno - Voz
Mr. Anderle - Gaita
Felipe Wojcikiewicz- Bateria
Cláudio Rubik- Guitarra Solo
Diego Rosa - Baixo

Como dizem os músicos, "Juntando a rebeldia de James Dean e a coragem dada pela Gin, os Copos Quebrados e James Gin acabaram de chegar para perpetuar o Blues e o Rock and Roll com muita dor de cotovelo, bom humor e pouca frescura".

Os integrantes

James Gin (Abilio Bueno de Oliveira Neto)
Abilio Bueno é formado em Ciência da Computação pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), professor de gerenciamento de projetos do SENAC e arquiteto de sistemas na POWERSolutions. Começou na área musical tendo aulas de piano na Escola de Musica Helio Amaral em Florianópolis. Autodidata, iniciou seu estudo em dois outros instrumentos: violão e bateria. Começou a compor em 2001 e no início de 2004 iniciou um projeto de Blues autoral, inicialmente intitulado de Bits Blues Trio, pois era composto por três formandos da área de Ciência da Computação.

Esse projeto sofreu algumas mudanças e no final de 2006, criou-se uma banda chamada "James Gin e Seus Copos Quebrados", ao qual Abilio Bueno é compositor e vocalista do grupo.

Mr. Anderle (Dirso Anderle)
Dirso Anderle é formado em Curso Superior de Licenciatura em Música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)e foi professor de gaita de boca de 1998 à 2003 do Serviço Social do Comércio de Santa Catarina (SESC). Participou dos Grupos Musicais "Contraste"; "Mistura Fina"; "Os Caras de Pau"; "Samba e Swing"; "Box Music"; "Tropical do Brasil"; e "Orquestra de Violões". Integra o "Grupo Harmônicas da Ilha", e é compositor. Gravações de Estúdio: Coral do TCE; Juliano Rosa; Geraldo dos Santos; Gospel Music; Augusto César; Regaae Mais; Rock Sul; Trilha Sonora: "Um Pedacinho de Ferro" RBS e SENAC; Integrante do Grupo "James Gin e Seus Copos Quebrados; arranjador e professor de música na Grande Florianópolis.

Lipe Wojcikiewicz (Felipe Adriano Wojcikiewicz)
Lipe Wojcikiewicz é Técnico Mecânico especializado na área de Projetos e formado pela Escola Técnica Federal de SC (atual CEFET). Atualmente trabalha para a fábrica de amortecedores da equipe de Rally da GM, a Off Limits Industrial. Começou na área musical aos 8 anos de idade, influenciado por seu tio também baterista. Autodidata, desenvolveu suas aptidões também em outro instrumento: violão. Sempre muito influenciado por artistas como Eric Clapton, Kiss, Rush, Creedence, e Led Zeppelin, sempre esteve envolvido com Hard Rock e Blues e por muito tempo manteve um projeto de hard rock com amigos dos tempos de Escola Técnica, a "Oficina Mecânica". Em novembro de 2008 foi convidado por Diego Rosa a assumir as baquetas da James Gin e cair na estrada com o bom e velho Blues.

Diego (Carlos Diego Corrêa Rosa)
Diego é estudante de administração pela ASSESC e possui uma ligação com a música (autodidata) desde seus 14 anos de idade, quando começou a estudar violão. Em 1998 comprou seu primeiro contrabaixo e teve como professor Luciano Bilu (guitarrista) e posteriormente Nilinho Adriano (baixista da banda Tijuqueira), morador do bairro João Paulo, lugar conhecido por muitos como uma vertente de bandas com trabalhos autorais. Possui influência de alguns nomes da própria região(Dazaranha, Tijuqueira, Primavera nos dentes) bem como outros nomes estrangeiros com gêneros variados. Faz parte da James Gin & Seus Copos Quebrados há quatro anos e "rala" para conciliar os horários de trabalho/aula/banda.

Gustavo da Silva Ferrari
Gustavo da Silva Ferrari é formado em Engenharia Sanitária e Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e atualmente trabalha como autônomo na área em que é formado. Amante da música, começou a praticar seu primeiro instrumento musical aos 15 anos de idade: o violão. Estudou violão clássico e erudito e teoria musical por dois anos na escola de música Hélio Amaral. Pelas bandas que passou, já tocou três instrumentos: violão, baixo e guitarra.

Hoje, aos 25 anos de idade, já participou do cenário musical da Ilha de Santa Catarina ao integrar a extinta banda Eclipse, cujo estilo era o rock n` roll, e a ainda atuante Marelua, que na época tocava um repertório mais voltado ao surf music. Após alguns anos de reclusão do cenário, eis que ressurge ao participar do seu mais novo projeto musical: a banda James Gin & Seus Copos Quebrados, na qual assume o posto de guitarrista, o instrumento ao qual se dedica nos últimos sete anos. De posse de uma veia musical Rock n`Roll, o músico nunca deixou de escutar os mais diversos estilos musicais e agora promete não decepcionar no novo estilo adotado: o blues.

Cláudio Marchi Rubik
Claudio é estudante de Administração de empresas, sócio e gerente comercial da produtora de vídeos Alta Imagem, que trabalha com mídia, TV entre outros meios de comunicação. Começou a sua historia musical muito cedo, aos seis anos, quando seu tio lhe apresentou um violão, instrumento que mudou sua vida. É estudante de aulas de guitarra há mais de 20 anos.

Aos 14 anos participou com James Gin de um projeto intitulado de Banda Metamorfose, que tinha como repertório sucessos de bandas nacionais e internacionais. Em 2008 foi convidado para participar de mais um projeto com Abilio, a James Gin e Seus Copos Quebrados. Agora, mais experiente, promete aterrorizar os solos de guitarra em uma balada nova, o Blues.

Projeto 12:30

O Projeto 12:30 é realizado pelo DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente, às quartas-feiras, ao ar livre na Concha Acústica, e quinzenalmente às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro.

Artistas e grupos interessados em participar do projeto devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

SERVIÇO:

O QUÊ: Show da banda James Gin & Seus Copos Quebrados
QUANDO: Dia 18 de março de 2009, quarta-feira, às 12h30
ONDE: Projeto 12:30 na Concha Acústica da UFSC, Florianópolis
QUANTO: Gratuito e aberto à comundiade.
CONTATO: projeto12:30@dac.ufsc.br (48) 3721-9348 e banda: Abilio Bueno de Oliveira Neto (abiliobueno@yahoo.com.br) e (48) 9919-1976 ou www.myspace.com/jamesginblues.

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material da banda.

terça-feira, 10 de março de 2009

Projeto 12:30 com a música de Felipe Coelho

Projeto 12:30 apresenta o violonista Felipe Coelho, na Concha Acústica da UFSC
Dia 11/03, quarta-feira, às 12h30. Gratuito e aberto à comunidade

Nesta quarta-feira, dia 11/03, o Projeto 12:30 recebe o compositor e instrumentista Felipe Coelho. Com a intenção de executar um repertório variado, que incluí o flamenco, a música brasileira e o jazz, o violonista irá mesclar composições próprias e adaptações de músicos consagrados. 

Felipe já se apresentou em outras edições do Projeto 12:30 e volta aos palcos da UFSC para mostrar sua versatilidade em estilos diversos, além de executar peças difíceis com elevado nível técnico, merecendo elogios do público. 

Felipe Coelho iniciou o curso de música na UDESC em 1999 e, após um semestre na universidade catarinense, recebeu uma bolsa de estudos para o bacharelado na Universidade do Alabama (EUA), onde se graduou em Jazz Studies em 2003. Posteriormente concluiu ainda o mestrado em Jazz Studies (ênfase em violão e guitarra) na Universidade da Geórgia (EUA). Sendo agraciado com alguns prêmios - entre eles o de melhor solista do Alabama State Jazz Festival of Grissom High School, 1998, em Huntsville AL – Felipe Coelho teve a oportunidade de acompanhar, na sala de aula ou nos palcos, grandes nomes do jazz, como Jamey Aebersold, David Baker, Kenny Garret e David Sanchéz. 

Nascido em Florianópolis, Felipe se interessou por música pela primeira vez aos 5 anos, quando descobriu que podia fazer compilações de tapes cassete gravando músicas do rádio. Essa paixão evoluiu rapidamente, e aos 6 anos tocava violão com o pai, e aos 13 tocava guitarra com sua banda em festas de amigos. Após ser premiado melhor solista de jazz aos 15 anos em um festival estadual nos Estados Unidos, enquanto era intercambista, recebeu bolsas de estudos para manter-se no país onde adquiriu diplomas de bacharelado e mestrado em Jazz Studies e Arranjo com foco em guitarra. Durante essa época ele teve conflitos de identidade musical, entre a disciplina da educação jazzisitica e seu foco natural pela musica brasileira e o flamenco. Ao terminar o mestrado aos 23 anos, Felipe passou os próximos dois anos apresentando-se quase todos os dias no sul dos Estados Unidos com grupos diversos e também solo, e foi também convidado a apresentar-se em cruzeiros internacionais. 

O período de nove anos, vivido nos Estados Unidos, deu a ele a oportunidade de escrever composições e arranjos para grupos universitários, desde formações menores até orquestras completas, e de ter contato musical com grandes nomes, como Kenny Garret, David Sanchez, Arturo Sanduval, Frank Vignola, Gene Bertoncini, Garry Motley entre outros, além de compor para diversas companhias de baile flamenco como "Perla Flamenca", "Fario Gitano", "Cuerpo Libre". 

Esse período de desenvolvimento permitiu que sua identidade musical fosse formada como uma combinação da sua cultura brasileira, adicionada ao estilo flamenco/cigano que ele considera uma "herança espiritual", e a música jazzística, dentro da qual foi educado. A constante prática de composição o permitiu encontrar um som/estilo unicamente próprio. 

Aos 25 anos lançou seu primeiro disco, obtendo atenção nacional pela televisão através do programa Mahattan Conection, que elogiou seu trabalho, assim como através de revistas especializadas, como Guitar Player e Violão Pro. O lançamento do disco foi seguido imediatamente por uma viagem para a Europa, onde Felipe obteve um contrato de performance por seis meses para mostrar seu trabalho em cruzeiros pelo Mediterrâneo, vendendo centenas de discos. 

Para o ano de 2009, Felipe lançará mais um disco inteiramente original, com arranjos modernos para quarteto de cordas, abrangendo a música brasileira e permitindo influências do Jazz, da música Indiana, do Flamenco, e da música clássica moderna. Algumas faixas do mesmo estarão disponíveis em breve no seu site www.myspace.com/felipefcoelho

Visite www.myspace.com/felipefcoelho, onde há vídeos de alguns concertos que dão idéia do trabalho do artista, para as pessoas que ainda não conhecem o som de Felipe Coelho.


Projeto 12:30

O Projeto 12:30 é realizado pelo DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC  e apresenta semanalmente, às quartas-feiras, ao ar livre na Concha Acústica, e quinzenalmente às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro. 

Artistas e grupos interessados em participar do projeto devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br. 


SERVIÇO: 

O QUE: Show com o violonista Felipe Coelho 
ONDE: Projeto 12:30 na Concha Acústica da UFSC 
QUANDO: Dia 11 de março de 2009, quarta-feira, às 12h30min 
QUANTO: Gratuito e aberto ao público 
PROGRAMA: jazz, mpb e flamenco 
CONTATO: Felipe Coelho: www.myspace.com/felipefcoelho e felipefc@hotmail.com 

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC - Projeto 12:30 - DAC - Departamento Artístico Cultural da UFSC - (48) 3721-9348 / 3721-9447 www.dac.ufsc.br 

Contato Notícias: (48) 3721-9348 e noticias@dac.ufsc.br

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