quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Show da Banda Bodoque no Projeto 12:30

Foto: Divulgação Banda Bodoque

A banda Bodoque é a atração desta terça-feira, dia 22/09, na programação especial da Semana Ousada no Projeto 12:30

O show terá início às 12h30min na Concha Acústica da UFSC. É gratuito e aberto à comunidade

Bodoque é uma banda de rock progressivo e tem suas raízes nos sons e timbres dos anos 70. Suas variadas influências podem ser percebidas em suas músicas. Segundo a banda “as letras tendem ao existencial e ao transcendente pensamento. Um novo som familiar a ser escutado e, se possível, pensado.”.

Eles acabam de lançar suas músicas na internet. Elas estão disponíveis no site: www.myspace.com/bodoquerock.

Integrantes da Banda Bodoque

Jair Fontão – vocal.
É o vocalista e letrista da banda. Atuou em algumas bandas catarinenses no final dos anos 90. É também professor de Língua Portuguesa em Florianópolis, Rio do Sul, Itajaí e Balneário Camboriú.

Igor de Patta – órgão.
Tem 10 anos de Conservatório Musical. É multiintrumentista e também compositor. Já compôs e gravou com inúmeros artistas, dentre eles, a conhecida banda John Bala Jones.

Tobias Caldeira – Bateria.
É um renomado músico de estúdio Flávio Teixeira e aluno de Alex Paulista (baterista do Brasil Papaya).

Marco Valente – Baixo
Iniciou os estudos de música no Rio de Janeiro no ano de 1975, em 1977 mudou-se para Florianópolis dando continuidade aos referidos estudos em nível superior no CEART/UDESC. Ao longo de 29 anos como contrabaixista, fez parte de inúmeros trabalhos em grupos, acumula diversas participações em gravações de CDs.

Os grupos mais significativos dos quais fez parte, foram Jazzida de 1983 a 1985, Estamos a Bordo de 1990 a 1996. Integrou a banda Ponte Aérea Instrumental, juntamente com os parceiros Juliano Diniz, Felipe Moritz, César Moreno e Rodrigo Paiva. Integra a coordenação do Projeto 12:30 junto ao Departamento Artístico Cultural da UFSC, além de ser integrante da banda Damadera. Membro fundador da Associação de Profissionais de Música de Santa Catarina (APMUSICA).

2ª Semana Ousada de Artes UFSC e Udesc

A 2ª Semana Ousada de Artes UFSC e Udesc será realizada entre os dias 21 e 26 de setembro em diferentes espaços das duas universidades. A Semana terá atrações nas áreas do cinema, teatro, dança, música, artes visuais, moda, design, arquitetura e filosofia, unindo as duas
instituições públicas numa parceria artística e cultural. Organizada
pela Coordenadoria de Cultura da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e
Comunidade da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e pela
Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina
(UFSC), procura apresentar a Universidade como fonte de ousadia
através de diferentes cursos e espetáculos artísticos.
Mais informações sobre a Semana Ousada com a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges, pelo telefone 9969-3464, e com a professora Claudia Maria Messores, na Udesc, pelo fone 9912-3521. Mais dados e a programação completa podem ser acessados no site www.semanaousada.ufsc.udesc.br.

Projeto 12:30

O projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural de música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48)
3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para
projeto1230@dac.ufsc.br.

SERVIÇO:

O QUÊ: Show acústico com A Corda em Si.
QUANDO: Dia 22 de Setembro de 2009, quinta-feira, às 12:30h.
ONDE: Na Concha Acústica da UFSC.
QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.
CONTATO Projeto: projeto1230@dac.ufsc.br e (48) 3721-9348 ou 3721-9447
CONTATO A Corda em Si: acordaemsi@yahoo.com.br>

Fonte: Stephanie Pereira – Acadêmica de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30: DAC: SECARTE: UFSC, com material institucional e do músico.

A banda Vinegar Tom abre as apresentações do Projeto 12:30 na segunda-feira, dia 21.

Foto: Integrantes do Vinegar Tom

O Projeto 12:30, na sua programação especial da Semana Ousada de Artes, recebe, nessa segunda-feira, a banda Vinegar na Concha Acústica da UFSC.

O show começa às 12h30min, é gratuito e aberto à comunidade.

As quatro mulheres do Vinegar Tom - Carol Miranda, na Bateria, Renata Swoboda, guitarra e voz, Cláudia Mussi, teclados, e Lívia Sudare, no baixo - vão apresentar ao público do Projeto 12:30 um repertório que mistura composições próprias à covers de artistas como Chico Science, Tim Maia, Mutantes e The Doors. Em um estilo próprio que mescla o disco com batidas brasileiras, o Vinegar Tom propõe uma nova roupagem aos estilos Rock, Blues, Soul e Disco.

A Vinegar Tom está em atividade há dois anos. O conjunto foi formado por estudantes dos cursos de Artes Cênicas e Música da UDESC integrar a peça de teatro que tinha o mesmo nome. Após o término do espetáculo, a banda foi convidada para tocar em outros eventos e conquistou seu espaço no cenário musical de Florianópolis.
Este ano, Vinegar Tom vai, pela segunda vez, representar Santa Catarina no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, promovido pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

2ª Semana Ousada de Artes UFSC e Udesc

A 2ª Semana Ousada de Artes UFSC e Udesc será realizada entre os dias 21 e 26 de setembro em diferentes espaços das duas universidades. A Semana terá atrações nas áreas do cinema, teatro, dança, música, artes visuais, moda, design, arquitetura e filosofia, unindo as duas instituições públicas numa parceria artística e cultural. Organizada pela Coordenadoria de Cultura da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Comunidade da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e pela Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), procura apresentar a Universidade como fonte de ousadia através de diferentes cursos e espetáculos artísticos.
Mais informações sobre a Semana Ousada com a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges, pelo telefone 9969-3464, e com a professora Claudia Maria Messores, na Udesc, pelo fone 9912-3521. Mais dados e a programação completa podem ser acessados no site www.semanaousada.ufsc.udesc.br.

Projeto 12:30

O projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural de música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48)
3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para
projeto1230@dac.ufsc.br.

SERVIÇO:

O QUÊ: Show com Vinegar Tom.
QUANDO: Dia 21 de Setembro de 2009, Segunda-feira, às 12h30min.
ONDE: Projeto 12:30 na Concha Acústica da UFSC, em Florianópolis.
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.
CONTATO Projeto: projeto1230@dac.ufsc.br e (48) 3721-9348 ou 3721-9447

Fonte: Rodrigo Simões Chagas – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30: DAC: SECARTE: UFSC, com material institucional e da Banda.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Orquestra de Câmara se apresenta na Semana Ousada de Artes UFSC/UDESC

Foto: Alguns integrantes da Orquestra de Câmara

Três apresentações entre 21 e 26 de setembro na 2ª Semana Ousada de Artes UFSC e UDSC

A recém criada orquestra tem vagas para instrumentos de corda


A jovem Orquestra de Câmara da UFSC, projeto de Extensão da Universidade Federal de Santa Catarina, fará três apresentações na 2ª Semana Ousada de Artes UFSC e UDSC, evento que acontece de 21 a 26 de setembro, em Florianópolis, em vários espaços culturais. (Veja www.semanaousada.ufsc.udesc.br)

As apresentações durante a Semana Ousada serão nos seguintes locais da UFSC: Dia 21 (segunda-feira) às 17h30 no Centro de Ciências da Saúde - CCS; dia 22 (terça-feira), às 18h00 no Centro Tecnológico - CTC; e no dia 23 (quarta-feira), às 18h00, no Centro Sócio Econômico - CSE / Centro de Ciências Jurídicas - CCJ/UFSC. Essas apresentações são gratuitas e abertas à comunidade.

Este é o repertório da orquestra na Semana Ousada:
- Rancho de Amor a Ilha: Cláudio Alvim Barbosa Arr: Aldo Krieger
- Adagio em G menor: Tomasso Albinoni
- La Vie em Rose: Louiguy/Edith Piaf Arr: Miriam Moritz
- Adoramus Te: W. A. Mozart
- Quarteto N° 1 - IIº Movimento: Heitor Villa Lobos

A regência do grupo é de Miriam Moritz.

Sobre a Orquestra de Câmara da UFSC

O Projeto de Extensão Orquestra de Câmara da UFSC tem por objetivo fomentar e difundir a música instrumental, proporcionando aos músicos em potencial, que compõem o corpo estudantil da Universidade, espaço para desenvolver seus potenciais artístico-musicais.

O projeto também visa divulgar a música erudita e popular, através de apresentações, e com isso incentivar a formação e a cultura local; incentivar sua participação no processo de interação entre Universidade e Sociedade; aprimorar o processo de ensino-aprendizagem através do envolvimento de estudantes em atividades de extensão;

A Orquestra de Câmara da UFSC iniciou os ensaios em junho deste ano, conta com dez integrantes, e ainda possui vagas aos instrumentistas de cordas: violino, viola, violoncelo e contrabaixo. Podem fazer parte da orquestra pessoas da comunidade universitária e da comunidade em geral. O grupo inicial foi formado somente com estudantes da UFSC, que recebem uma bolsa mensal de extensão direcionada a alunos de graduação.

Os ensaios acontecem semanalmente no período da tarde na Igrejinha da UFSC.

O Projeto de Extensão Orquestra de Câmara da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural - DAC, da Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina.

Sobre a regente e coordenadora

Miriam Moritz formou-se em música pela UDESC em 1987, onde estudou flauta transversal, canto e canto coral. Em 2003, concluiu pós-graduação em musicoterapia pela UNISUL.

Como regente do Coral da UFSC, desde 2004, Miriam Moritz trabalha um repertório variado de autores brasileiros e internacionais que o grupo apresenta em eventos na UFSC e em outras cidades. Além disso, coordena o projeto: O Corpo na Música, a Música no Corpo: a comunidade num Processo de Interação interdisciplinar com o Grupo de dança Fazendo Corpo Mole, coordenado pela professora Luciana Fiamoncini, do Centro de Desportos da UFSC.

Além da regência do Coral da UFSC, desenvolve os seguintes projetos na UFSC: Atividades de Canto em Grupo para Iniciantes e Atividades Musicais para Pessoas com Doença de Parkinson, e o Madrigal e a Orquestra de Câmara da UFSC.

A criação do Madrigal e da Orquestra de Câmara, em 2009, veio enriquecer, ainda mais, as atividades musicais desenvolvidas pelo DAC. Com o apoio da atual reitoria, os estudantes podem se dedicar à música, desenvolvendo ainda mais seus potenciais.


SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentações da Orquestra de Câmara da UFSC na 2ª Semana Ousada de Artes UFSC e UDESC (Veja www.semanaousada.ufsc.udesc.br)
QUANDO: Dia 21 (segunda-feira) às 17h30 no Centro de Ciências da Saúde - CCS; dia 22 (terça-feira), às 18h00 no Centro Tecnológico - CTC; e no dia 23 (quarta-feira), às 18h00, no Centro Sócio Econômico - CSE / Centro de Ciências Jurídicas - CCJ/UFSC.
ONDE: Campus da UFSC, Trindade, Florianópolis-SC
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.
CONTATO: Miriam Moritz - coraldaufsc@dac.ufsc.br e (48) 3721-9348
PROGRAMAÇÃO: Veja www.semanaousada.ufsc.udesc.br

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com informações fornecidas pela coordenadora das atividades.

Hall da Reitoria da UFSC, exposição de Figurino de Cinema e Teatro

Foto: mulher vitruviana, criação de Lou Hamad

Exposição de Figurinos de Cinema e Teatro, da Figurinista Lou Hamad

De 21 a 26/09, durante a Semana Ousada de Artes UFSC – UDESC


Acontece de 21 a 26/09 no Hall da Reitoria da UFSC, das 9 às 22 horas, a exposição de Figurinos de Cinema e Teatro, com trabalhos da figurinista Lou Hamad e dos seus alunos na Oficina de Figurino do Departamento Artístico Cultural — DAC da UFSC.

A mostra faz parte da 2ª Semana Ousada de Artes UFSC—UDESC, evento que acontece de 21 a 26 de setembro, e congrega diversas atividades em várias linguagens artísticas. Veja mais sobre esse evento em www.semanaousada.ufsc.udesc.br

Figurino é um traje especialmente criado para auxiliar o personagem a cumprir o seu papel, em um filme ou no palco, diz a figurinista.

A Mostra terá cerca de 30 manequins, divididos em três categorias. Cada categoria representa algumas partes do trabalho de Lou Hamad. Além de expor peças da sua criação, ela também exibirá alguns dos trabalhos dos alunos, criados nas oficinas de figurino que coordena no DAC.

A primeira categoria é de figurinos que foram usados em filmes produzidos aqui em Santa Catarina. A proposta é colocar "roupas que comuniquem por si só" como disse Lou Hamad. Dessa categoria, fazem parte figurinos de filmes como: Cruz e Sousa — o Poeta do Desterro; Procuradas; Um Tiro na Asa; A Coroa; Caminho do Divino e até, do ainda inédito, A Antropóloga - com três trajes: "o bem", "o mal" e " aparição" - entre outros filmes.

A segunda categoria é uma amostra do trabalho produzido na Oficina para Iniciantes. Nessa oficina, muitas vezes há alunos de áreas diversas como Design e Moda. Eles aprendem história dos tecidos, desenho, como reproduzir trajes, critérios para escolher figurino, entre outras coisas.

Na terceira parte da exposição, haverá uma amostra dos trabalhos feitos pelos alunos da Oficina Avançada de Criação de Figurinos, onde se aprende todo o processo de criação e composição de figurino. No final da oficina, os alunos têm que criar seus próprios figurinos. São esses trabalhos que serão agora expostos. O tema dessa exposição será Astronomia, já que 2009 é o Ano Internacional dedicado ao tema.


A figurinista Lou Hamad

Maria de Lourdes Ternes Hamad trabalha há 29 anos na UFSC, no Departamento Artístico Cultural. É Mestre em Moda e Criação pela Universitè Lumière Lyon2, França. É Diretora de Arte, indicada para o Kikito de Gramado; Figurinista e Professora de Figurino, História da Arte e Estética dos Cursos de Cinema, Jornalismo, e Propaganda e Publicidade da Unisul; do laboratório de Cinema do Curso de Cinema da UFSC; e das Oficinas de Figurino do DAC/UFSC. Atua na criação de figurinos e trajes de luxo femininos e/ou conceituais e históricos, tendo sido nacionalmente premiada por suas criações. Representou a UFSC no Fundo Municipal de Cinema, em Florianópolis. Foi Júri do Carnaval de Florianópolis e de Laguna por diversas vezes, além de Júri do Festival Audiovisual do Mercosul - FAM. Coordenou a realização de Décor da Feira Internacional de Saint Etiènne no ano do Brasil na França. Entre seus principais trabalhos, estão: “A Antropóloga” - Longa de Zeca Pires a ser lançado brevemente; “Procuradas” - Longa de Zeca Pires e José Frazão.; “Cruz e Sousa o Poeta do Desterro” - Longa de Sylvio Back, entre outros. Prêmio de Melhor Figurino no Festival Nacional de Cinema de Vitória-ES; e Figurinos na França coordenando o intercâmbio cultural com a cidade de Saint-Etiènne.

Oficinas de Figurino do DAC

Lou Hamad coordena duas oficinas de figurino no DAC.

A primeira oficina é para iniciantes. Trabalha com a Decupagem de Textos, Peças e Roteiros; Análise Técnica; Pesquisa e Criação – esse item compreende os aspectos: Desenho, tecnologia e transformação têxtil, e apresentação do projeto - Realização do figurino; Dinâmica do funcionamento da equipe técnica (formação, funcionamento e desprodução).

A segunda oficina é uma extensão da primeira. Trabalha o conteúdo da oficina para iniciantes, apresentando sob forma de Projeto de Coleção. Os componentes da oficina, sob orientação e critérios técnicos, criam 20 trajes conceituais e realizam dois modelos que são apresentados ao final do semestre.

Coordenada por Lou Hamad, a Oficina de Figurino de Cinema e Teatro é realizada pelo Departamento Artístico Cultural – DAC, da Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina.


SERVIÇO:

O QUÊ: Mostra de Figurino de Cinema e Teatro
ONDE: Hall da Reitoria da UFSC, Campus Universitário, Trindade, Florianópolis.
QUANDO: De 21 a 26 de setembro, das 9 às 22 horas. Programação da Semana Ousada de Artes UFSC—UDESC. www.semanaousada.ufsc.udesc.br
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.
CONTATO: DAC – UFSC (48) 3721-9348 e 3721-9447 dac@dac.ufsc.br — www.dac.ufsc.br

Fonte: José Wilson Fontenele – Acadêmico de Jornalismo, bolsista no Departamento Artístico Cultural – DAC: SECARTE: UFSC, com material institucional e entrevista com a figurinista.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Estreia do Ato Performático Popol Vuh, espetáculo que integra as comemorações dos 30 anos do Teatro da UFSC

Foto: divulgação do espetáculo Popol Vuh

Montagem baseada no poema maia-quiché da Guatemala “Popol Vuh” registrado na língua quiché, no século XVI.

Dias 19 e 20/09, sábado e domingo, às 20 horas. Gratuito e aberto à comunidade. Ingressos limitados ao espaço alternativo. Para maiores de 12 anos.


Estréia nos dias 19 e 20/09, sábado e domingo, às 20 horas, na área externa do Teatro da UFSC, o Ato Performático Popol Vuh, baseado no poema maia-quiché da Guatemala “Popol Vuh” registrado na língua quiché, no século XVI. Essa montagem é resultante do projeto de Pesquisa e Extensão “Construindo Histórias no Teatro”, que acontece no Departamento Artístico Cultural da UFSC, com a participação de jovens universitários e da comunidade catarinense. Em seleção nacional, o projeto “Popol Vuh: uma montagem cênica” foi contemplado pelo Programa Proext Cultura 2008, e recebeu apoio do Ministério da Cultura e do Ministério da Educação. O trabalho tem direção de Maris Viana.

Além de fazer parte da programação comemorativa dos 30 anos do Teatro da UFSC, com vários espetáculos agendados para todo este ano, a montagem também será apresentada nos dias 25 e 26 de setembro, às 21h30, na Semana Ousada de Artes UFSC – UDESC, um evento com diversas atividades culturais que está na segunda edição. Veja mais sobre esse evento em www.semanaousada.ufsc.udesc.br. Em outubro, dias 3 e 4, Popol Vuh voltará à cena.

As apresentações, dirigidas ao público acima dos 12 anos, acontecem na rua, no pátio entre o Teatro da UFSC e a Casa do Divino. Os ingressos são gratuitos, e podem ser retirados com antecedência no DAC – Teatro da UFSC, dias 17 e 18/09, das 14 às 18 horas.

Sobre o Popol Vuh

A iniciativa da montagem de Popol Vuh partiu do projeto de Pesquisa e Extensão “Construindo Histórias no Teatro”, que desde 2005 investiga no Teatro da UFSC diferentes formas de configuração da cena contemporânea, focalizando o seu processo de produção textual. A montagem de Ato Performático: Popol Vuh foi realizada com a participação de estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina, jovens da comunidade catarinense e equipe técnica. A trajetória da montagem partiu da investigação do poema maia-quiché da Guatemala “Popol Vuh” registrado na língua quiché, no século XVI.

A obra principal utilizada como referência de pesquisa foi a edição do poema publicado no Brasil em quiché e em português, uma publicação bilíngüe de 2007, organizada por Gordon Brotherston e Sérgio Medeiros.

Considerado um clássico americano indígena, a narrativa se abre para diferentes possibilidades de leitura. Neste breve recorte, a obra será focalizada pelo aspecto das origens das quatro criações, que parte da vontade dos deuses de serem adorados, tendo início a concepção de toda a Terra e dos animais. Porém, esses animais não puderam louvá-los, por não serem capazes de falar, por isso são condenados a devorar uns aos outros para sobreviverem. Os deuses investem, então, na criação do primeiro homem, feito a partir do barro, o qual é incapaz de procriar e dizer os divinos nomes de seus criadores, sendo assim, destruído. O segundo homem criado, feito de madeira, passa a habitar a terra. Apesar de falar e se procriar, esse homem é incapaz de lembrar os nomes de seus deuses, pois não possui memória. Desta forma, é invocado um dilúvio que os elimina. Os deuses buscam o conselho de seus sábios anciões para criar um novo humano, que é feito à base dos nutrientes do milho misturado a outros ingredientes. Com tamanha inteligência e beleza, o recém-nascido homem de milho causa espanto aos seus criadores, que temem serem por eles igualados. Desta maneira, os deuses condenam sua bela cria a viver na terra com uma visão limitada que só percebe a matéria bruta ao seu redor.

Do diálogo com a Obra Popol Vuh, o O’Gia Grupo de Teatro apresenta o Ato Performático: Popol Vuh. Os micros acontecimentos apresentados se configuram a partir da investigação cênica realizada pelo grupo e apontam para a tentativa de mapear elementos da obra inspirados pela origem das criações.

Num primeiro contato, o grupo vislumbra um Popol Vuh aéreo, porém, ao se aproximar mais da obra, as imagens cênicas vão se configurando em direção ao solo.

Desse encontro com o poema maia-quiché, o O’Gia Grupo de Teatro busca sensibilizar o interlocutor através de cores, cheiros, sons e imagens para o que pode se fazer presente deste acontecimento.

Construindo Histórias no Teatro

O projeto de Pesquisa e Extensão Construindo Histórias no Teatro acontece com a participação de jovens universitários e jovens da comunidade catarinense, e vem, desde 2005, experimentando diferentes formas de produções cênicas, como leituras performáticas, intervenções em espaços alternativos e peças de teatro. Um dos focos principais de pesquisa do projeto é a investigação do processo de produção da narrativa cênica e suas implicações estéticas. Assim, o projeto possibilita que o jovem, além da pesquisa teórica, também participe da pesquisa prática que é a montagem e produção da cena contemporânea, que é apresentada ao público catarinense. As produções cênicas do grupo são submetidas à apreciação do público acadêmico e ao público catarinense, possibilitando o intercâmbio artístico e cultural entre a Universidade e a comunidade.

O grupo de jovens já investigou e realizou a montagem cênica de textos de Samuel Becket, Alan Poe, Jean Paul Sartre, Manuel Bandeira e outros. Em 2007, o grupo apresentou a peça teatral “O santo e a porca”, de Ariano Suassuna, que resultou na formação do Grupo O´Gia de Teatro. Em 2008, Maris Viana foi convidada para dirigir o grupo de alunos formandos em teatro, na categoria de atores e atrizes, da Escola Técnica de Artes de Alagoas. O trabalho resultou na montagem cênica de Pusik, uma performance que partiu da investigação da Obra Popol Vuh, poema maia registrado em meados do século XVI pelos maias-quichés, povos nativos da América Central. O poema já foi traduzido em diferentes línguas e é popularmente conhecido como o “Livro Sagrado” dos maias e a bíblia das américas. O texto se remete à gênese do homem das Américas, feito de milho.

Coordenado por Maris Viana, mestre e doutoranda em Literatura na UFSC, o projeto “Construindo Histórias no Teatro” é realizado no Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina. No início de cada ano são abertas novas vagas para os estudantes da UFSC e jovens da comunidade, que se interessam em participar do processo de pesquisa e produção do espetáculo cênico. O projeto visa à inclusão do jovem no movimento artístico e cultural de Santa Catarina, contribuindo para a formação do público catarinense.


SERVIÇO:

O QUÊ: Estréia do espetáculo “Popol Vuh: uma montagem cênica”, baseado no poema maia-quiché da Guatemala “Popol Vuh”, registrado na língua quiché, no século XVI.
QUANDO: Dias 19 e 20 de setembro de 2009, sábado e domingo, às 20 horas
ONDE: Teatro da UFSC: espetáculo de rua, entre o Teatro e a Casa do Divino. Teatro da UFSC, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis.
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade. Recomendado para maiores de 12 anos.
CONTATO: DAC – Teatro da UFSC (48) 3721-9348 e 3721-9447

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com texto e fotos da coordenação do projeto.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Exposição Gravuras Grupo de Florianópolis

Foto: Gravura de Diego Rossi

Grupo de Gravura Cidade de Florianópolis realiza exposição "Symbiosis" na UFSC

Abertura, dia 15/09, terça-feira, às 19 horas. Gratuito e aberto à comunidade.


Abre na terça-feira, dia 15/09, às 19 horas, no Hall da Reitoria da UFSC, a exposição “Symbiosis” com trabalhos de 15 artistas que integram o Grupo de Gravura Cidade de Florianópolis. A exposição poderá ser vista até 6 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas. Gratuito e aberto à comunidade.

Na exposição, serão apresentadas 30 gravuras, duas de cada artista, com dimensões variadas, nas técnicas de xilogravura, litografia e gravura em metal, trabalhos que foram produzidos em 2008 e 2009.

O grupo de gravura, criado há cerca um ano, se reúne três vezes por semana, atualmente num ateliê particular, que chamam de A Casa, onde convivem com todos os contratempos e a inesperada saída do Centro Integrado de Cultura – CIC, em Florianópolis. Nesse local da Fundação Catarinense de Cultura, o grupo, sob a orientação técnica de Carlos Roberto Nascimento de Oliveira (Bebeto), transformava sonhos em imagens, no dizer do próprio grupo.

O grupo reúne artistas que trabalham com a arte da gravura há mais de 30 anos com outros gravadores iniciantes, que há apenas pouco mais de um ano se iniciaram nessa arte. No dizer de Jayro Schmidt, artista plástico, professor de pintura e de história da arte nas Oficinas de Arte do CIC, o Grupo de Gravura “reúne gravadores, desde os mais experientes, que aliam excelência técnica com linguagem pessoal, como os demais gravadores, que gradualmente descobrem os segredos dos materiais e dos instrumentos, as técnicas propriamente ditas, o que exige a espontânea relação de intuição e intelecto”. A trajetória de alguns integrantes desse grupo e a atuação nas oficinas de gravura do CIC denota uma experiência, em termos de coletividade, incomum no cenário artístico nacional, destaca o professor.

Os integrantes do grupo, que fazem parte desta mostra, são: Antônio Silva, Bebeto, Chico Marinho, Diego Rossi, Eduardo Beltrame, Elaine Maritsa, Elenice Berbigie, Gil, Helena Werner, Inácio José, Ivan de Sá, Julia Iguti, Ramon Rodrigues, Terezinha Dias, Yanina.

Mesmo com todos os contratempos, o grupo conseguiu manter a qualidade das gravuras, mantendo sempre a perspectiva de um breve retorno às oficinas do CIC, onde, segundo o grupo, existem mais condições de trabalho, tanto pelos equipamentos, como pelo espaço que proporciona o envolvimento e a troca de experiência entre os artistas. Segundo os gravadores, atualmente, por exemplo, o grupo não tem condições de desenvolver a litografia, tanto pela impossibilidade da saída das pedras e da prensa litográfica do CIC, por problemas burocráticos, quanto pelo espaço exíguo que dispõe no local onde atua.

Esta exposição integra a programação da 2ª Semana Ousada de Artes UFSC—UDESC, que acontece de 21 a 26 de setembro. Veja mais sobre esse evento em www.semanaousada.ufsc.udesc.br.


SERVIÇO:

O QUÊ: Exposição do Grupo de Gravura Cidade de Florianópolis

QUANDO: Abertura: dia 15 de setembro de 2009, terça-feira, às 19 horas. Visitação: até 6 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas.

ONDE: Hall da Reitoria da UFSC, campus universitário, Trindade, Florianópolis

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.

CONTATO: DAC – Galeria de Arte da UFSC (48) 3721-9683


Fonte: [CW] e Sendy Cristina da Luz, Acadêmica de Jornalismo - Departamento Artístico Cultural - DAC: SECARTE: UFSC, com material institucional e fornecido pelo grupo.

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Texto do Grupo de Gravura Cidade de Florianópolis:

“O prazer de gravar nos uniu, seja na pedra, no metal ou na madeira.

Nas oficinas de gravura da FCC, no CIC, sob a batuta de Carlos Roberto N. de Oliveira – Bebeto, transformávamos nossos sonhos em imagens.

Em uma de nossas conversas, no segundo semestre de 2008, surgiu a idéia de montarmos um grupo, reunindo e expondo nossas produções que a cada dia se avolumavam mais. E também, surgia a chance de poder mostrá-las no Hall da Reitoria da UFSC em setembro de 2009. Desde então, todos têm se esmerado para dar o melhor de si nas gravuras. Mas eis que em maio deste ano fomos surpreendidos com o início das reformas no CIC e obrigados a sair das oficinas de gravura.

Continuamos então a produzir n’A CASA, um ateliê particular de artes plásticas, situada em uma travessa da Rua Lauro Linhares. Para imprimir as imagens, Bebeto nos emprestou sua prensa manual e também colocou à disposição seus conhecimentos como impressor.

A despeito dos contratempos, conseguimos manter a qualidade das gravuras e sempre mantendo a perspectiva de retorno às oficinas do CIC assim que possível. Lá existem mais condições de trabalho tanto pelos equipamentos, como pelo espaço que proporciona o envolvimento e troca de experiência entre os artistas.

Hoje, por exemplo, não temos condições de desenvolver a litografia pela impossibilidade da saída do CIC das pedras e da prensa litográfica por problemas burocráticos, seja pelo espaço exíguo que dispomos.

Encaramos este momento como passageiro e aproveitamos para refletir o quanto os ateliês livres proporcionam oportunidades de desenvolvimento do potencial de cada artista; e a presença do Bebeto tem se mostrado imprescindível no repasse das informações das diversas técnicas de gravura e na busca constante da qualidade das impressões.

A propósito o nome do grupo é Grupo de Gravura Cidade de Florianópolis, integrado pelos gravadores: Antônio Silva, Bebeto, Chico Marinho, Diego Rossi, Eduardo Beltrame, Elaine Maritsa, Elenice Berbigie, Gil, Helena Werner, Inácio José, Ivan de Sá, Julia Iguti, Ramon Rodrigues, Terezinha Dias, Yanina.”


Texto sobre os artistas do Grupo de Gravura Cidade de Florianópolis (por Jayro Schmidt*)

“Os artistas que integram o Grupo de Gravura Cidade de Florianópolis dispõem da mais completa estrutura para gravar, nas Oficinas de Arte, com a orientação técnica de Carlos Roberto Nascimento de Oliveira (Bebeto). E isso, em termos de coletividade, é incomum no cenário artístico nacional. Tais condições são efetivas graças à dedicação de obstinados gravadores desde o início da década de 1980, e que acreditaram que algo tão tradicional como a gravura, assim como a palavra escrita ou falada, pode ter o sabor do momento.

O critério para compor esta exposição foi reunir todos os gravadores que participam do citado grupo: os mais experientes - que aliam excelência técnica com linguagem pessoal, como Bebeto, Chico Marinho, Elaine Maritsa, Helena Wemer, Ramon Rodrigues, Gil Maulin e Júlia Iguti - como também os demais gravadores - Antonio C. Silva, Diego Rossi, Eduardo Beltrame, Elenice Berbigier, Inácio José, Ivan de Sá, Terezinha Dias e Yanina - que gradualmente descobrem os segredos dos materiais e dos instrumentos, as técnicas propriamente ditas, o que exige a espontânea relação de intuição e intelecto. De um modo geral, todos estes gravadores precisam domar o suporte para que possam emancipar a gravura do desenho e dar, assim, sentido a seus imaginários.

Bebeto, com pinceladas densas aproxima-se do gesto e experimenta a forma circular e angular, valendo-se da monotipia, técnica mais de acordo com o ato em si da expressão gráfica.

Chico Marinho, mestre da goiva, grava o devir-Iouco, absurdo, aliás do presente e seus paradoxos ao antepor mundos paralelos e antagônicos. O humano, em suas xilogravuras, é conflitante, catástrofico.

Elaine Maritsa conhece as sutilezas da xilogravura, extraindo do suporte variações de texturas que exprimem intimidade com as coisas singelas, silenciosas e serenas.

Helena Werner faz de sua sensibilidade refinada a expansão de imagens abstratas e orgânicas, experimentando-as nos mistérios da gravura em metal e na xilogravura.

Ramon Rodrigues, ilustrativo e narrativo, tem como princípio de expressão, na litografia, o homem e seus inconfessáveis desejos, daí seu interesse pelo ficcional.

Gil Maulin, na relatividade formal do tempo no espaço, estrutura um campo de forças visuais através da monotipia com forte acento pictórico e concreto.

Júlia Iguti, indagando sobre o humano e seus simulacros, encontra a imagem figural na riqueza imagística que se encontra nas fibras da madeira, o que deve ser visto como matéria expressiva da xilogravura.”

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(*) Jayro Schmidt é artista plástico, professor de pintura e de história da arte nas Oficinas de Arte do CIC, em Florianópolis – SC.


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Exposição fotográfica “Psicanálise na França”


Exposição fotográfica “Psicanálise na França” abre a IV Jornada de Psicanálise na UFSC

Dia 08/09, terça-feira, ás 20 horas, no Hall da Reitoria.

Abre na terça-feira, 08/09, às 20 horas, no Hall da Reitoria da UFSC, a exposição “Psicanálise na França”, que dá início à IV Jornada de Psicanálise da Escola de Psicanálise - Seção Santa Catarina, que acontece nos dias 11 e 12 de setembro na UFSC.

A exposição é composta por 24 painéis que retratam o movimento psicanalítico na França de 1926 a 2001, através de fotos de Freud e Lacan junto com seus interlocutores, das capas dos principais livros e revistas assim como de extratos de jornais, entre outros documentos.

No material da mostra há registros dos principais interlocutores de Freud e Lacan no meio filosófico, literário, psiquiátrico e psicanalítico, assim como dados dos movimentos culturais de suas épocas.

O acervo, que foi organizado pela historiadora francesa Elisabeth Roudinesco,foi gentilmente cedido à Escola Brasileira de Psicanálise-Seção Santa Catarina, pela Aliança Francesa-Florianópolis.

O evento abre as atividades relativas à IV Jornada de Psicanálise da Escola de Psicanálise - Seção SC "Sintoma e semblantes - para que serve um sintoma?" (auditório da Reitoria da UFSC dias 11 e 12/09). Esse evento é um projeto que faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil e conta com o apoio da UFSC (Pró-Reitoria de Pós-Graduação).

Por ocasião da abertura da exposição, acontecerá o lançamento do segundo número da publicação psicanalítica Revista Arteira. O Coral da UFSC fará uma apresentação na abertura do evento.

Veja mais sobre a Jornada de Psicanálise, incluindo a programação completa, no site www.ebpsc.com.br


SERVIÇO:

O QUÊ: Abertura da Exposição "Psicanálise na França".

QUANDO: Dia 08 de setembro de 2009, terça-feira, às 20 horas

ONDE: No Hall da Reitoria da UFSC, campus Trindade, Florianópolis

QUANTO: A visitação à exposição é gratuita e aberta à comunidade.

CONTATO: EBP-SC: (48) 3222-2962 - ebpsc@newsite.com.br - www.ebpsc.com.br

Fonte: Sendy Cristina da Luz, Acadêmica de Jornalismo - Departamento Artístico Cultural - DAC: SECARTE: UFSC, com material dos organizadores do evento.