terça-feira, 27 de abril de 2010

Cinema, Belle Toujours

Apresentação do filme Belle Toujours, no Teatro da UFSC, com debate da Dra. Maria do Rosário Lupi Bello, professora de Estudos Literários e Cinema na UAb, Portugal

Filme integra a mostra de cinema Grandes Diretores – Manoel de Oliveira.

Sessão Excepcional no dia 30 de abril, sexta-feira, às 12 horas no Teatro da UFSC. Gratuito e aberto à comunidade.

Acontece nesta sexta-feira, dia 30/04, no Teatro da UFSC, a sessão excepcional do filme "Belle Toujours" (2006) que integra a mostra "Grandes Diretores - Manoel de Oliveira", premiado diretor português, homenageado no Festival de Cinema de Cannes, em 2008.

A professora Dra. Maria do Rosário Lupi Bello, da Universidade Aberta, de Portugal, em viagem ao Brasil, será a palestrante/debatedora desse filme na UFSC.

A mostra na universidade é uma atividade de caráter didático-cultural, realizada pelo Departamento Artístico Cultural da UFSC. Está iniciando nesta semana (a primeira sessão ocorreu na última terça-feira, 27/04) e vai até 30 de novembro deste ano, em todas as terças-feiras às 12 horas, seguida ou antecedida de eventuais debates. As datas das sessões serão interrompidas para o recesso escolar, IV FITA, 14º FAM e feriados. A mostra tem entrada gratuita e é aberta à comunidade.

Ao todo, além dos 3 curtas-metragens da sessão de abertura, serão apresentados vinte e um longas-metragens, exibidos em DVD, utilizando projetor de alta resolução e uma tela apropriada para projeção, equipamentos especialmente instalados para esse fim no teatro da universidade. Os filmes dessa mostra fazem parte da coleção, contendo os DVDs e um livro, editada pela Lusomundo Audiovisuais.

Veja na página do DAC (www.dac.ufsc.br) o link onde estão publicados os nomes e as sinopses de todos os filmes da mostra.

Para algumas sessões, já estão agendados os palestrantes/debatedores como a Dra. Maria do Rosário Lupi Bello, professora de Estudos Literários e Cinema, na UAb; Dra. Maria Cecília de Miranda N. Coelho, professora da FALE/UFMG; Dra. Cristiane Pimentel Neder, com mestrado e doutorado pela USP, professora de Pós Graduação em Cultura e Produção Audiovisual do SENAC-SC; Dra. Celia Regina Cavalheiro, professora de Filosofia do SENAC e pesquisadora em Cinema, e os estudiosos e professores locais Lena Bastos, cineasta e doutoranda; Dr. Jair Tadeu da Fonseca, professor de Literatura e de Cinema, no CCE/UFSC e Dr. Valmir Francisco Muraro, professsor de História da UFSC.

Veja, na revista eletrônica Trópico (http://pphp.uol.com.br/tropico), a entrevista que a professora Celia Regina Cavalheiro fez com o cineasta Manoel de Oliveira, na cidade do Porto, em outubro passado.

Outros profissionais ou estudiosos do cinema poderão ser incluídos como debatedores na mostra, os interessados devem entrar em contato com o DAC (dac@dac.ufsc.br) para mais informações e agendamento.


Sobre o longa Belle Toujours (2006)

Manoel de Oliveira presta uma curiosa e inesperada homenagem a Luis Buñuel e Jean-Claude Carrière retomando suas estranhas personagens do filme Belle de Jour. Estas revivem, trinta e oito anos depois, na estranheza de um segredo que só ficara na posse de Husson e cujo conhecimento se tornara crucial para Séverine: o que ele dela dissera ao marido quando este estava mudo e paralítico por causa de um tiro que um amante dela lhe dela.

Duração: 70 min, Com: Michel Piccoli, Bulle Ogier, Ricardo Trêpa, Festival de Veneza 2007 – Competição Oficial, European Film Awards - Nomeação Melhor Ator Michel Piccoli

Sobre Maria do Rosário Lupi Bello

Professora Auxiliar da Universidade Aberta, Portugal

Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Variante de Inglês/Alemão) pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em 1985, fez o Mestrado em Estudos Anglo-Portugueses na mesma Universidade, em 1991.

Doutorou-se em Estudos Portugueses, especialidade de Teoria da Literatura, com a tese "Da narrativa literária à narrativa fílmica. Amor de Perdição: um exemplo de transcodificação intersemiótica", em setembro de 2002, que foi publicada pela Fundação Calouste Gulbenkian/FCT em Junho de 2005 (1ª edição) e, como 2ª edição, em dezembro de 2008. Exerce desde 1989 as funções de docente na Universidade Aberta, onde tem lecionado Estudos Literários, Narrativa e Arte, História do Cinema Português e Teoria e Crítica Cinematográficas, tendo coordenado o projeto de Mestrado em Estudos de Cinema. Foi crítica de cinema entre 1991 e 1996 no jornal "A Capital". Como pesquisadora foi bolsista da Fundação Calouste Gulbenkian, é membro do CETAPS (Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies) e é sócia da ICLA (International Comparative Literature Association), bem como da sua congênere portuguesa, APLC, e ainda da APEAA (Associação Portuguesa de Estudos Anglo-Americanos). O seu campo preferencial de pesquisa é o da Narratologia, na perspectiva da Literatura Comparada, particularmente quanto às relações entre a Literatura e o Cinema, e desenvolveu também alguns trabalhos na área das relações Anglo-Portuguesas e entre a Literatura e a História, tendo participado em diversos colóquios e publicado também em revistas das referidas especialidades.

Mais sobre a professora em:

http://www.univ-ab.pt/departamentos/DH/detaildoc.php?doc=53


Sobre Manoel de Oliveira, por João Lopes*

Nascido em 10 de Dezembro de 1908, Manoel de Oliveira é um caso único da história do cinema português e mundial. Pela longevidade, como é óbvio. Feitas as contas, decorreram 77 anos desde que apresentou o seu primeiro filme, Douro, Faina Fluvial, um caso admirável de afirmação criativa e atenção às convulsões criativas do seu tempo. Mas a singularidade de Oliveira é também indissociável da dimensão obsessiva de seu trabalho. Este é um autor que pressentiu as contaminações entre documentário e ficção, antecipou o fascínio de muito cinema moderno pela escrita teatral, enfim, discutiu (e discute) as relações ambíguas do visível e do invisível, dos corpos e das almas. Sendo tudo isso, Oliveira nunca deixou de ser um cineasta de contundente subjetividade, com o seu labor, paciente e obstinado, a refletir uma via eminentemente pessoal de descoberta autobiográfica. Veja-se o emblemático Porto da minha infância (2001) e observe-se o cruzamento mágico da memória documental, da sedução teatral, da história familiar e, por fim, do fascínio primordial do cinematógrafo.

No ponto de fuga temático e simbólico de tudo isso, deparamos com uma entidade aglutinadora, também ela obsessiva. Ou seja: Portugal. De Non ou a Vã Glória de Mandar a Cristóvão Colombo – O Enigma, passando por essa prodigiosa tragédia histórica que é O Quinto Império – Ontem como Hoje, Oliveira filma o cíclico retorno de uma interrogação dolorida e ansiosa: afinal, de que falamos quando falamos de português?

Percorrer os seus filmes, inventariando fatos, temas, imagens e significações, é também redescobrir um pouco da história coletiva que, entre certezas e dúvidas, nos fez passar das convulsões do século XXI. Oliveira é, por tudo isso, um criador que ajuda a repensar o lugar português. Como num espelho.

(*) Do livro Manoel de Oliveira 100 anos, parte integrante da edição DVD comemorativa do centenário de Manoel de Oliveira.


A mostra no Teatro da UFSC é organizada por Zeca Nunes Pires e Camila Casseano Damazio, numa realização do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina, com o apoio da Pró-Reitoria de Infraestrutura da UFSC. Todos os filmes serão exibidos em DVD.

SERVIÇO

O QUÊ: Apresentação do filme "Belle Toujours", da Mostra de cinema Grandes Diretores - Manoel de Oliveira, com debate da professora Maria do Rosário Lupi Bello, de Portugal

QUANDO: Dia 30 de abril de 2010, sexta-feira, às 12 horas. A mostra acontece até 30 de novembro de 2010, em todas as terças-feiras às 12 horas, seguida ou antecedida de eventuais debates. As datas das sessões serão interrompidas para o recesso escolar, IV FITA, 14º FAM e feriados.

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade

CONTATO: Departamento Artístico Cultural - DAC (48) 3721-9348 e 3721-9447 ou www.dac.ufsc.br e dac@dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material da coleção de DVDs e dos organizadores da mostra.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Cinema - Mostra Grandes Diretores

Inicia nesta terça-feira, 27/04, no Teatro da UFSC, a mostra cinematográfica "Grandes Diretores - Manoel de Oliveira", premiado diretor português, homenageado no Festival de Cinema de Cannes, em 2008


A mostra na universidade é uma atividade de caráter didático-cultural, realizada pelo Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC, e será realizada de 27 de abril a 30 de novembro deste ano, em todas as terças-feiras às 12h, seguida ou antecedida de eventuais debates. As datas das sessões serão interrompidas para o recesso escolar, IV FITA, 14º FAM e feriados. A mostra tem entrada gratuita e é aberta à comunidade.

Ao todo, serão apresentados três curtas-metragens e vinte e um longas-metragens, exibidos em DVD, utilizando projetor de alta resolução e uma tela apropriada para projeção, equipamentos especialmente instalados para esse fim no teatro da universidade. Os filmes dessa mostra fazem parte da coleção, contendo os DVDs e um livro, editada pela Lusomundo Audiovisuais.

As obras que abrem a mostra são os curtas “Rencontre Unique” (2007); Manoel de Oliveira, “O Caso Dele” (2008) e “Um Dia na Vida de Manoel de Oliveira” (2008). Na página do DAC (www.dac.ufsc.br) serão publicados os nomes de todos os filmes da mostra. (Já disponíveis no blog Mostra Grandes Diretores)

Para algumas sessões, já estão agendados os palestrantes/debatedores como Maria do Rosário Lupi Bello, professora de Estudos Literários e Cinema, na UAb; Maria Cecília de Miranda N. Coelho, professora da FALE/UFMG; Cristiane Pimentel Neder, com mestrado e doutorado pela USP, professora de Pós Graduação em Cultura e Produção Audiovisual do Senac-SC e Celia Regina Cavalheiro, professora de Filosofia do Senac e pesquisadora em Cinema. Da UFSC, participam a cineasta Lena Bastos, o professor de Literatura e de Cinema, Jair Tadeu da Fonseca, e o professor de História Valmir Francisco Muraro.

Outros profissionais ou estudiosos do cinema poderão ser incluídos como debatedores na mostra. Interessados devem entrar em contato com o DAC (dac@dac.ufsc.br) para mais informações e agendamento.
Veja, na revista eletrônica Trópico (http://pphp.uol.com.br/tropico), a entrevista que a professora Celia Regina Cavalheiro fez com o cineasta Manoel de Oliveira, na cidade do Porto, em outubro passado.

A mostra no Teatro da UFSC é organizada por Zeca Nunes Pires e Camila Casseano Damazio, numa realização do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina, com o apoio da Pró-Reitoria de Infraestrutura da UFSC. Todos os filmes serão exibidos em DVD.

Sobre
os curtas

Rencontre Unique
(2007), de Manoel de Oliveira
Em jeito de cinema mudo, a preto e branco e com intertítulos, uma pequena anedota comparando poderes e rotundidades entre Khroutchev e João XXIII. Sorrisos breves.
Produzido pelo Festival de Cannes para comemorar seu 60° Aniversário. Duração: 3 min

Manoel de Oliveira, O Caso Dele (2008), de Sérgio Andrade
O documentário, sobre a vida e obra do autor, com narração de Leonor Silveira, faz um retrato cronológico da vida e obra do realizador a partir do seu próprio testemunho. E regista as memórias dos protagonistas de alguns dos seus filmes nos lugares onde eles foram rodados, como Douro, Faina Fluvial e Aniki-Bobó, nas margens do rio Douro, ou Acto da Primavera, na aldeia da Curalha, em Chaves. Manoel de Oliveira, o Caso Dele aborda ainda as relações do cineasta com os seus atores e com os escritores a quem deu expressão cinematográfica, como Camilo Castelo Branco, José Régio ou Agustina. Duração: 56 min

Um Dia na Vida de Manoel de Oliveira (2008), de Gilles Jacob
Exibido em Cannes como homenagem ao centenário do diretor, com um depoimento do cineasta em seu apartamento no Porto. Duração: 9 min

Sobre Manoel de Oliveira, por João Lopes*
Nascido em 10 de dezembro de 1908, Manoel de Oliveira é um caso único da história do cinema português e mundial. Pela longevidade, como é óbvio. Feitas as contas, decorreram 77 anos desde que apresentou o seu primeiro filme, Douro, Faina Fluvial, um caso admirável de afirmação criativa e atenção às convulsões criativas do seu tempo.

Mas a singularidade de Oliveira é também indissociável da dimensão obsessiva de seu trabalho. Este é um autor que pressentiu as contaminações entre documentário e ficção, antecipou o fascínio de muito cinema moderno pela escrita teatral, enfim, discutiu (e discute) as relações ambíguas do visível e do invisível, dos corpos e das almas.

Sendo tudo isso, Oliveira nunca deixou de ser um cineasta de contundente subjetividade, com o seu labor, paciente e obstinado, a refletir uma via eminentemente pessoal de descoberta autobiográfica. Veja-se o emblemático Porto da minha infância (2001) e observe-se o cruzamento mágico da memória documental, da sedução teatral, da história familiar e, por fim, do fascínio primordial do cinematógrafo.

No ponto de fuga temático e simbólico de tudo isso, deparamos com uma entidade aglutinadora, também ela obsessiva. Ou seja: Portugal. De Non ou a Vã Glória de Mandar a Cristóvão Colombo – O Enigma, passando por essa prodigiosa tragédia histórica que é O Quinto Império – Ontem como Hoje, Oliveira filma o cíclico retorno de uma interrogação dolorida e ansiosa: afinal, de que falamos quando falamos de português?

Percorrer os seus filmes, inventariando fatos, temas, imagens e significações, é também redescobrir um pouco da história coletiva que, entre certezas e dúvidas, nos fez passar das convulsões do século XXI. Oliveira é, por tudo isso, um criador que ajuda a repensar o lugar português. Como num espelho.

(*) Do livro Manoel de Oliveira 100 anos, parte integrante da edição DVD comemorativa do centenário de Manoel de Oliveira.




SERVIÇO
O QUÊ : Mostra de cinema Grandes Diretores - Manoel de Oliveira (os filmes serão apresentados em DVD)
QUANDO : De 27 de abril a 30 de novembro de 2010, em todas as terças-feiras às 12 horas, seguida ou antecedida de eventuais debates. As datas das sessões serão interrompidas para o recesso escolar, IV FITA, 14º FAM e feriados.
ONDE : Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC
QUANTO : Gratuito e aberto à comunidade
CONTATO : Departamento Artístico Cultural - DAC (48) 3721-9348 ou www.dac.ufsc.br e dac@dac.ufsc.br - Veja o blog Mostra Grandes Diretores

Foto: Capa do livro “Manoel de Oliveira – 100 anos”, editado pela Lusomundo Audiovisuais.

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material da coleção de DVDs e dos organizadores da mostra.

Arte na Escola – Polo UFSC abre inscrições para cursos de arte


Serão ministradas duas oficinas: História do Mobiliário e Materialidade e Estética na comunicação e na arte

Inscrições para as oficinas a partir de 26/04


O Departamento Artístico Cultural da UFSC está com inscrições abertas para o Programa Arte na Escola – Polo UFSC, oferecendo os cursos “História do Mobiliário” e “Materialidade e Estética na comunicação e na arte”. Os cursos são direcionados a professores de arte e demais profissionais, estudiosos e interessados e têm início em maio.

As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas na sede do Departamento Artístico Cultural-DAC, na Igrejinha da UFSC, a partir do dia 26/04.


Algumas informações sobre os cursos:

“História do Mobiliário”


Iniciando em 5 de maio, o curso “História do Mobiliário” será ministrado pela professora Maria Regina Ziegler de Castro. O curso propõe mostrar a importância do aprendizado da história do mobiliário na formação de designers, arquitetos e afins. Tal conhecimento é preciso para reconhecer e diferenciar o design do mobiliário enquanto projeto, concepção e criação, ou
seja, contextualizar o idealizado e o realizado e, paralelamente, verificar as influências das manifestações artísticas e implicações tecnológicas, políticas e culturais atribuídas ao móvel.

O curso será realizado de 5 de maio a 2 de junho (5 quartas-feiras), com horário das 8:00 às 11:30 horas, e carga horária de 20 horas.


Programa do Curso


O curso será dividido em dois módulos, no primeiro os alunos terão a introdução a móveis de época, antiguidade (estilos), as técnicas de decoração de materiais, o levantamento histórico do mobiliário, o mobiliário na Antiguidade (Egito, Grécia e Roma), mobiliário Medieval, do Gótico, da
Renascença, do Barroco, do Rococó, e do Neoclássico e, mobiliário Francês, abordando os estilos: Luís XIII, Luís XIV, Luís XV, Luís XVI, Diretório, Império, Restauração e 2° Império, e estilos do século XIX e século XX. No segundo módulo, os alunos terão conhecimento do mobiliário Inglês com a introdução de estilos: Medieval Gótico, Tudor, Jacobino, Cronwelliano, Restauração, Jacobino Tardio, Willian and Mary, Rainha Ana, Georgiano, Chippendale, Adams, Heppewhite, Sheraton, Regência e Vitoriano, com os mobiliários Sueco (Estilo Gustaviano), Alemão (Estilo Biedermeier), Art Nouveau, Art Déco, Espanhol e Português, Brasileiro (colonial e atual), América do Sul e do Norte, Estilo Bauhaus, e o móvel de Michel Thonet.



Maria Regina Ziegler de Castro


Maria Regina é professora de História da Arte, História do Mobiliário, Desenho de Observação e Atelier Livre. Graduou-se em Artes Plásticas na Faculdades Integradas Bennett, Rio de Janeiro. Fez pós-graduação “Latus Sensu” em Arte Terapia, Educação e Saúde na Universidade Cândido Mendes do Rio de Janeiro. Desde 2000, leciona em Santa Catarina, em Florianópolis, e já trabalhou como professora de História da Arte, do Curso Técnico de Design de Interiores, de 2000 a 2003; professora de Desenho de Observação I e II, do Curso Técnico de Design de Interiores, no Centro de Artes e Design de 2000 à 2003; professora de Desenho e Pintura – Centro de Artes e Design, de 2000 a 2003; participou da “Semana Ousada da Arte – UFSC / UDESC" – como professora do curso “Reciclarte, trato do papel Machê e Mosaico"; atuou como
ministrante no Atelier Livre das Oficinas de Arte, e de História da Arte I e II do DAC – UFSC, durante o segundo semestre de 2009. Atualmente, Maria Regina é professora de História da Arte, História do Mobiliário, e de Desenho e Pintura no atelier INA (Iniciação nas Artes), desde 2004.


“Materialidade e Estética na comunicação e na arte”


O segundo curso do programa Arte na Escola – Polo UFSC é o curso “Materialidade e Estética na comunicação e na arte”. O curso é direcionado a professores de arte e profissionais que trabalham ou se interessam por linguagens e códigos, proporcionando a eles o contato com a materialidade de mensagem como campo de expressão e de comunicação estética e suas funções, além do estilo como linguagem na História da arte, a educação estética e o ensino de Arte, de Design e de Comunicação Visual.

O curso será ministrado pelo professor Richard Perassi Luiz de Sousa (do CCE/UFSC) e acontecerá no período vespertino de segunda–feira, das 14:30 às 17:30 horas, de 03 de maio a 14 de junho deste ano, com carga horária total de 21 horas.


Sobre Richard Perassi Luiz de Sousa

O ministrante Richard Perassi é professor do Departamento de Expressão Gráfica do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC. É graduado em Desenho de Propaganda e Licenciado em Educação Artística pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1986), com mestrado em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1995) e doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2000).

Trabalha com ensino universitário desde 1986. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Santa Catarina, anteriormente foi professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Tem experiência nas áreas de Artes Visuais, Design, Comunicação, Semiótica e Educação, atuando principalmente com os seguintes temas: semiótica aplicada, comunicação
visual, comunicação de marcas, arte, arte-educação, identidade e cultura. É autor do livro “Roteiro Didático da Arte na Produção do Conhecimento” (2005).


Arte na Escola

O programa Arte na Escola - Polo UFSC tem como um dos seus objetivos realizar atividades de Educação Contínua para professores de arte da rede pública de ensino e demais interessados. O polo faz parte da rede nacional Arte na Escola e na UFSC é uma parceria entre o Departamento Artístico Cultural/Secretaria de Cultura e Arte e o Colégio de Aplicação, em convênio com o Instituto Arte na Escola.



SERVIÇO:

O QUÊ: Arte na Escola - Polo UFSC ofererece cursos “História do Mobiliário”
e “Materialidade e Estética na comunicação e na arte”.
QUANDO: “História do Mobiliário”: de 5 de maio a 2 de junho
(quartas-feiras);
“Materialidade e Estética na comunicação e na arte”: de 03 de maio a 14 de
junho (segundas-feiras) de 2010.
ONDE: DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC, Praça Santos Dumont,
Trindade, Florianópolis-SC.
QUANTO: Gratuito e aberto a professores de arte e demais profissionais,
estudiosos e interessados.
CONTATO: DAC: (48) 3721-9348 ou
artenaescola@dac.ufsc.br - Visite:
www.dac.ufsc.br


Fonte: Sendy Cristina da Luz e José Wilson Fontenele, Acadêmicos de
Jornalismo da UFSC – Departamento Artístico Cultural - DAC: SECARTE: UFSC.

Projeto 12:30 apresenta show com a Banda Humani

Foto: Banda Humani


O Projeto 12:30 desta quarta-feira, dia 28/04, receberá o show da banda Humani

O espetáculo será na concha acústica da UFSC, às 12h30mim. É gratuito e aberto à comunidade


A banda Humani é de Florianópolis e formou-se ao longo do ano de 2008. Seus integrantes são brasileiros e argentinos que se uniram com o propósito de propagar mensagens de conscientização através da música.

O reggae foi o ritmo que os músicos mais se identificaram e com ele tentam transmitir às pessoas aquilo que se tem aprendido através das vivências cotidianas, experiências que podem servir para exemplificar condutas engajadas com o crescimento e amadurecimento como seres humanos e, por isso, formas mais conscientes de se portar perante os demais e perante a natureza.

Os integrantes dizem que a união do grupo se intensifica ao longo das suas vivências e que a energia natural de Florianópolis é também fator importante na constituição das harmonias e das letras das músicas. As letras são pensadas e discutidas por todos devido à importância que exerce no conjunto das melodias. O reggae executado pela banda adquire, junto às letras, características bastante inovadoras, onde a personalidade e a particularidade são marcas evidentes.

A banda vem buscando, portanto, uma conduta mais consciente, mais harmônica e mais conectada com os nossos verdadeiros propósitos, uma conduta sobretudo mais humana. Humani é formada por Tribah (voz), Adrian Squiff (Trombone), Endrigo Ferreira (Baixo), Rodrigo Figueroa (Trompete, Rodrigo Mister (Bateria), Diego Spozaro (Guitarra e voz), Gustavo Santos (Guitarra), George Hermes (Teclados), Gabriel Bahlis (Percussão) e Vito Lorenzoni (Saxofone).

Projeto 12:30
O projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à
Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural de música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para
projeto1230@dac.ufsc.br.

Serviço:

O QUÊ: Show com a banda HUMANI.
QUANDO: Dia 28 de Abril de 2009, quarta-feira, às 12h30min.
ONDE: Projeto 12:30 na Concha Acústica da UFSC, em Florianópolis.
QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.
CONTATO Projeto:
projeto1230@dac.ufsc.br e (48) 3721-9348 ou 3721-9447

Fonte: Stephanie Pereira - Acadêmica de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30: DAC: SeCArte: UFSC, com material institucional e da Banda.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Teatro da UFSC recebe o espetáculo teatral "As três irmãs"

Foto: Espeáculo As Três Irmãs


Retorna ao palco do Teatro da UFSC, neste mês de abril, a apresentação da peça teatral "As três irmãs", da Traço Cia. de Teatro, de Florianópolis

Acontecerá nos dias 16, 17, 18, 23, 24 e 25 de abril, sexta, sábado e domingo, às 20 horas. Os ingressos custam R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia)


Sobre a peça:
O espetáculo discorre sobre o desejo das irmãs Olga, Maria e Irina de retornarem à cidade natal, de onde saíram com o pai, general militar, há onze anos.

O espetáculo aborda o clássico texto do dramaturgo russo Anton Tchékhov no qual as personagens são interpretadas a partir da técnica Clown (palhaço), onde o ator vive o magnífico e o cômico procurando uma condição de afetividade, poesia e apresentação das fragilidades.

Escrito em 1900, o texto de Tchékhov discorre sobre o desejo das irmãs Olga, Maria e Irina em retornarem à terra natal, Moscou, de onde saíram com o pai, um general militar, há onze anos. Toda a ação se passa na casa das irmãs, localizada em uma cidade provinciana.

Mais importante que o plano dos acontecimentos, porém, é a ligação que o autor estabelece entre o cotidiano da vida humana e a eternidade.

Tchékhov confronta a todo o momento o plano da vida material com o da vida espiritual, a fim de revelar que a existência que não é iluminada pela busca da verdade e da beleza não tem sentido.

Assim, na peça de Tchékhov, o conflito que se estabelece não é entre as personagens, mas entre dois diferentes tipos de vida: o das três irmãs, que buscam a verdade e a beleza e o do restante das personagens, que representam um tipo de viver vulgar e trivial, no qual rege somente o bom senso material.

É através da natureza das irmãs que encontramos um elo com o clown, a linguagem teatral que é a base técnica para o desenvolvimento da montagem. Assim como elas, o clown representa um outro modo de vida, pautado na liberdade e na poesia.

Em "As Três Irmãs", entretanto, o que se vê não são três clowns em cena, mas três atrizes que buscam o estado de clown: um estado de afetividade, de poesia e de exposição das fragilidades. Neste caminho recorremos às deformações físicas típicas dos bufões que, assim como o nariz vermelho dos clowns, representam a somatização das deformações humanas interiores, das dores da humanidade.

No processo de montagem "Moscou" ganhou o nome de "Winston", o que foi mantido no espetáculo, pois não são trabalhadas as referências culturais e geográficas da Rússia.

O intuito do grupo nesse trabalho é evidenciar as particularidades de cada irmã, sua
maneira própria de ser e de se relacionar com o mundo, promovendo, enfim, o encontro entre estas figuras tão peculiares e as pessoas do público.


Sobre o grupo:

A Traço Cia de Teatro foi criada em agosto de 2001. Está vinculada à Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), instituição que acolhe e apoia o grupo.

Nesse tempo montou "Último Dia Hoje", um espetáculo de sombras, com dramaturgia de Valmor Betrame e Marianne Consentino,direção de Valmor Beltrame. Concebeu, posteriormente, o espetáculo "Fulaninha e Dona Coisa" (de Noemi Marinho, adaptação André Silveira), direção Marianne Consentino, que participou de vários eventos entre eles, o X Festival Nacional de Teatro Isnard Azevedo, onde recebeu o prêmio da categoria "Atriz de Rua" para Débora de Mattos e o prêmio de melhor trilha sonora para Neno Miranda.

O segundo espetáculo na categoria de rua concebido pelo grupo foi "O Chamado da Nota" (adaptação do Rei da Vela de Oswald de Andrade), direção de Débora de Matos, que trabalha a comédia farsesca através do teatro de rua. Em 2005 concebeu o espetáculo "Mulher de Corpo em Cheiro" (de Toni Edson), direção Greice Miotello e Paula Bittencourt, que participou de vários eventos entre eles o XIII Festival Nacional de Teatro Isnard Azevedo, da mostra cultural da Eletrosul e Celesc e do Festival de Teatro de Curitiba/2007.

O Grupo participou dos Projetos de "Dramaturgia", "Poesia ao Pé da Lua" e "História ao pé da Rua" do SESC Santa Catarina. O grupo realizou também outras performances tais como: Conversa no Chafariz (Karl Vallentin); Auto da Estrela Guia (produzido pela produtora Aprika), todos concebidos na linguagem do Teatro de Rua.

Atualmente está com os espetáculos "As Três Irmãs" uma livre adaptação da peça "As Três Irmãs", de Anton Tchékhov que é fruto da pesquisa prática desenvolvida pela diretora Marianne Consentino sobre a técnica do clown em seu mestrado realizado na Universidade de São Paulo (USP) que participou de alguns eventos entre eles: Festival de Teatro de Curitiba de 2007 na mostra Fringe, entre mais de 180 espetáculos da mostra, o jornal a Folha de São Paulo indicou 5 espetáculos para serem assistidos e entre eles estava "As Três Irmãs" e em outubro de 2007 participou do 9º FETEAG - Festival de Teatro Estudantil do Agreste e 6º FESTEP - Festival de Teatro do Estudante de Pernambuco em Caruaru como grupo convidado; E o espetáculo "Fulaninha e Dona Coisa" de Noemi Marinho que participou II Mostra de
Teatro de Rua da Grande Florianópolis realizado pelo grupo Teatro em Trâmite aprovado pelo projeto da Funarte e patrocinado pela empresa Petrobrás (Petróleo Brasileiro S/A).

Selecionado para o 22° Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau, em 2008, com os espetáculos "Fulaninha e Dona Coisa" e "As Três Irmãs", este no qual ganhou os prêmios de Melhor Atriz para Paula Bittencourt, Melhor Direção para Marianne Consentino e Melhor Espetáculo.

Foi convidado para o circuito EmCena Catarina do SESC-SC, com o espetáculo "As Três Irmãs" realizando apresentações em 18 cidades catarinenses. Outras 08 cidades catarinenses receberam o espetáculo "As Três Irmãs", através do projeto Circulando CEART/UDESC, que contou também com a apresentação da peça
"Fulaninha e Dona Coisa".

No ano de 2009, o grupo foi convidado para apresentar seus dois espetáculos no Janela Indiscreta - Plataforma internacional de criação universitária - Festival de Performance e Artes da Terra - Escrita na Paisagem, em Évora, Portugal. Além disso, foi selecionado para 14º Festival de Teatro da Federação Catarinense de Teatro (FECATE), para o Festcal - Festival Nacional de Campo Limpo/SP, e para o XXXIII Festival Nacional de Pindamonhangaba/SP, no qual recebeu os prêmios de Melhor pesquisa, Prêmio especial do Júri, para os músicos, e as indicações de melhor atriz para Débora de Matos e Paula Bittencourt e melhor direção para Marianne Consentino; Convidado para a II Mostra Sesc de Teatro de Pelotas e para a
8ª edição do Goiânia em Cena - Festival internacional de Artes Cênicas .


Ficha Técnica:
Adaptação e Direção: Marianne Consentino
Elenco: Débora de Matos, Greice Miotello e Paula Bittencourt
Músicos: Cassiano Vedana, Gabriel Junqueira Cabral e Ive Luna
Concepção Musical: Cassiano Vedana, Gabriel Junqueira Cabral, Mariella
Murgia e Neno Miranda
Figurino e Cenografia: o grupo
Iluminação: Ivo Godois
Operador de Iluminação: Egon Seidler
Produção: Harmônica Arte e Entretenimento
Orientação de Pesquisa: Prof.Dr. Armando Sérgio da Silva e Prof. Dr.
Valmor Nini Beltrame



SERVIÇO:

O QUÊ: Peça teatral "As Três Irmãs"
QUANDO: Dias 16, 17, 18, 23, 24 e 25 de abril de 2010, sexta, sábado e domingo, às 20 horas.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade,
Florianópolis-SC.
QUANTO: R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia), com 20% de desconto para assinantes do Diário Catarinense (DC).
CONTATO: Para mais informações: (48) 8836-1394 ou (48) 7811-5760, ou
www.tracoteatro.blogspot.com.

Fonte: Sendy Cristina da Luz, Acadêmica de Jornalismo - Departamento Artístico Cultural - DAC: SECARTE: UFSC, com material institucional e fornecido pelo grupo.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Show da banda JACKS no Projeto 12:30

Foto: Divulgação Jacks

Quem sobe ao palco do Projeto 12:30 desta quarta-feira, dia 14 de Abril é a banda JACKS

O show acontece na Concha Acústica da UFSC, com início às 12h30min, é gratuito e aberto a comunidade



Formada no verão 2010 em Floripa, a banda JACKS traz uma mistura ousada de clássicos do Rock´n roll e do balanço black da soul music brasileira e americana. A banda é influenciada por nomes como Tim Maia, James Brown, Mutantes, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Beatles e Janis Joplin.

JACKS é composta por quatro músicos de Florianópolis que tem o rock nas veias: J. J. Fireball, baixista e produtor musical com mais de vinte anos de profissão e proprietário do Studio 33, Sylvester (Silvio Cesar), baterista e percussionista com larga experiência no cenário local. A frente do grupo conta com Xande B. Goode ("zé colera"), publicitário irreverente e guitarrista, dono de riffs desconcertantes, que colocam fogo no palco ao lado da presença estonteante da bela Julie Cristie, cantora de voz rouca e sensual e atriz do cinema catarinense.

Projeto 12:30
O Projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à
Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro, nas versões ao ar livre na Concha Acústica e na versão acústico, quinzenalmente, no Teatro da UFSC.

Criado em 1986, foi a partir de 1993 que os shows passaram a ser realizados semanalmente na praça central do campus, a Praça da Cidadania. A cada ano, em cerca de 60 shows, mais de 300 artistas se apresentam para um público estimado em 20 mil pessoas. Em 1999, o Projeto gravou um CD com composições próprias de 12 grupos locais e neste ano teve aprovado seu projeto para captação de recursos e gravação de um novo CD. O trabalho deverá privilegiar o formato acústico.

INSCRIÇÕES ABERTAS
Artistas interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 ou 3721-9447 ou ainda pelo e-mail projeto1230@dac.ufsc.br. Mais informações: www.dac.ufsc.br.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Banda Veja Luz é a próxima atração do Projeto 12:30

Foto: Banda Veja a Luz


O Projeto 12:30 desta quarta-feira, dia 07 de Abril, apresenta o reggae da banda Veja Luz

O show acontece na Concha Acústica da UFSC, com início às 12h30min, é gratuito e aberta a comunidade.


A banda Veja Luz tem influência da música brasileira, Soul e Jazz e vem se destacando no cenário musical brasileiro por sua ousadia. A banda procura em seus shows, passear por várias vertentes musicais tentando agradar desde o público comum aos mais exigentes críticos e apreciadores de boa música. O objetivo é um trabalho que vai além de música como entretenimento mas também como mensagem e filosofia de vida.

Os músicos têm uma larga experiência no universo Reggae: estiveram durante quase 10 anos à frente da banda Varal Roots, com exceção do novo baterista (Marcelo Caveman) que acompanhou por 5 anos a banda Killaman&Roots controllers.

A banda é formada por Fino (voz), Marcus Rosa (baixo e voz), Cebola (teclados), Nando Rangel (guitarra), Marcelo Caveman (bateria) e Edison Ricardo (teclado).


Saiba Mais Sobre a Banda

Em dezembro de 2006 a banda recebeu das mãos de Sérgio Vaz ( poeta e escritor ) o prêmio Cooperifa ( cooperativa cultural da periferia ) pelos trabalhos desenvolvidos junto as comunidades ao longo daquele ano.
Receberam também o prêmio: Marcelo Rubens Paiva (folha de são Paulo), Mano Brown (racionais mc's), Gog, Z'áfrica Brasil, Happin Hood, Thaíde, Chico Pinheiro( sptv ), Dexter (509-e) e mais uma porção de gente antenada com a arte na periferia em geral.

O primeiro cd da banda intitulado "é tudo nosso" foi apresentado por Thaíde no
programa Yo Mtv Rap como a dica do mês. Essa mesma indicação o disco recebeu pela revista Rap Brasil já que o álbum conta com as participações de Mc Gaspar e Dj Tano ( z'áfrica Brasil ).

A faixa nº 2 do cd ( Justiça ) foi usada como trilha do documentário "Os Donos da Minha Cabeça", filme sobre a ocupação do MTST no Edifício Prestes Maia em São Paulo. Na seqüência desse trabalho foi lançado o curta metragem "Panorama Arte na Periferia" que conta com a participação da banda Veja Luz e muitos outros artistas.

No ano de 2007 a banda gravou uma participação especial no álbum duplo de Rockin Squat, líder do grupo francês "Assassin". O álbum contou ainda com as participações de: Olodum, Zeca Baleiro, Z'áfrica Brasil, Dj Marlboro, Escola de Samba Vai Vai, Veiga &
Salazar entre outros.

Em 2008 o acontecimento marcante para a banda foi a produção do vídeo clipe ´´In a Babylon Music ``, faixa nº 1 do disco. Com roteiro baseado na história de vida do Sr. Zagati ( ex catador de papel que virou cineasta), tem um forte apelo com o resgate da auto-estima e superação de cada um.
O vídeo foi todo produzido pelo ´´ Instituto Criar de Cinema e Tv `` com a colaboração nas filmagens da produtora ´´ NCA ``. Foi ainda dirigido por Olindo Estevam, Diretor renomado na área de cinema e tv que já dirigiu artistas como: Marisa Monte, Chico Cezar, N de Naldinho entre outros. A faixa ´´In a Babylon Music`` está entre as 18 da coletânea Circuito Reggae vol. 13 lançada no ano passado.

Os integrantes da banda somam também em trabalhos paralelos e antigos trabalhos:

Fino (vocal)- acompanhou o vocalista Kandiman dos The Wailers ( tour 2006 ), Solano Jacob ( ex leões de Israel ), David Hubbard, Dada Yute (ex leões de Israel), Qg imperial, Príncipe Messias, Carol Jahffe, Jah I Ras entre outros...
Marcus Rosa (baixo)- trabalhou com Killaman & roots controllers, Z'áfrica Brasil,
Príncipe Messias, Solano Jacob, David Hubbard, Dada Yute, Mr Kuki, Carol Jahffe e Dina Dee.
Cebola (teclados)- trabalhou com David Hubbard, Jahcareggae, Z'áfrica Brasil, Killaman & roots controllers, Príncipe Messias, Solano Jacob, Mr. Kuki, Dada Yute, Carol Jahffe.
Nando Rangel (guitarra)- trabalhou com Z'áfrica Brasil, Detentos do Rap, Revolução P, Solano Jacob, Dada Yute, Príncipe Messias, David Hubbard e Carol Jahffe. Marcelo Caveman
(bateria)- integrou durante 5 anos aproximadamente a banda Killaman & roots controllers além de desenvolver trabalhos com: Dagô Miranda, Gérson da conceição ( manu bantu),
Príncipe Messias, Brother Culture( NY), Dj Yellow P entre outros.

A banda Veja Luz acaba de fazer uma demo ao vivo para a circulação das novas músicas mas já prepara repertório pro novo álbum que será lançado ainda esse ano.
Além do disco já estão em processo de produção materiais promocionais como:
Camisetas, adesivos, bonés e site oficial da banda.


RELEASE DE EVENTOS DE MAIOR EXPRESSÃO:

Agosto Negro (pq. Ibirapuera-sp )
Lona Gilberto Gil ( realengo-rj )
Feira da Vila Madalena ( são Paulo-sp )
Virada Cultural ( c. de cultura m'boi mirim-sp )
Circuito Reggae ( ginásio da portuguesa-sp )
Midinite Tour 2007 ( av. jacu pêssego-sp )
Feira de Artes Sta. Teresa ( embu das artes-sp )
Mapa Cultural Paulista ( teatro mun. de suzano-sp )
Festival Montanha das Letras ( são Tomé das letras-mg )
Teatro da Maromba ( visconde de Mauá-rj )
Festival do Caribe ( poços de caldas-mg )
Reggae in Concert ( limeira-sp )
Café Tequila ( jundiaí-sp )
Parada do Surf ( ilha do mel-pr )
Praia do Meio ( trindade-rj )
Caipirão (embú das artes-sp )
Amigão Show ( são miguel paulista-sp )
Expresso Brasil ( são Mateus-sp )
Kazebre Rock Bar ( são Mateus-sp )
Festival Reggae na Rua ( Itaquera-sp )
KVA ( são Paulo-sp )
Reggae Night ( são Paulo-sp )
Tom Maior ( são Paulo-sp )
Jamming ( são Paulo-sp )
Projeto Equilíbrio ( são Paulo-sp )
Espaço das Américas ( são Paulo-sp )


Projeto 12:30
O Projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à
Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro, nas versões ao ar livre na Concha Acústica e na versão acústico, quinzenalmente, no Teatro da UFSC.

Criado em 1986, foi a partir de 1993 que os shows passaram a ser realizados semanalmente na praça central do campus, a Praça da Cidadania. A cada ano, em cerca de 60 shows, mais de 300 artistas se apresentam para um público estimado em 20 mil pessoas. Em 1999, o Projeto gravou um CD com composições próprias de 12 grupos locais e neste ano teve aprovado seu projeto para captação de recursos e gravação de um novo CD. O trabalho deverá privilegiar o formato acústico.

Inscrições Abertas
Artistas interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 ou 3721-9447 ou ainda pelo e-mail projeto1230@dac.ufsc.br. Mais informações: www.dac.ufsc.br.

Serviço:
O QUÊ: Show com Veja Luz
QUANDO: Dia 7 de abril, quarta-feira , às 12h30min.
ONDE: Projeto 12:30 na Concha Acústica da UFSC, em Florianópolis.
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.
CONTATO Projeto: projeto1230@dac.ufsc.br e (48) 3721-9348 ou 3721-9447. Visite
www.dac.ufsc.br.
CONTATO Banda: www.myspace.com/vejaluz


Fonte: Stephanie Pereira - Acadêmica de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30: DAC: SeCArte: UFSC, com material institucional e dos músicos.