segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Vou para Casa, filme no Teatro da UFSC


Filme “Vou para Casa” é exibido na "Mostra Grandes Diretores - Manoel de Oliveira"
Dia 05/10, terça-feira, às 12 horas, no Teatro da UFSC. Gratuito e aberto à comunidade

O filme "Vou para Casa” (2001), sem o debate que estava previsto, será apresentado nesta terça-feira, dia 05/10, no Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), integrando a mostra "Grandes Diretores - Manoel de Oliveira", premiado diretor português, homenageado no Festival de Cinema de Cannes, em 2008.

A mostra na Universidade é uma atividade de caráter didático-cultural, realizada pelo Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC. As exibições começaram em abril e vão até 30 de novembro deste ano, sempre às terças-feiras, às 12h, seguida ou antecedida de eventuais debates. A mostra tem entrada gratuita e é aberta à comunidade.

O filme será exibido em DVD, utilizando projetor de alta resolução e uma tela apropriada para projeção, equipamentos especialmente instalados para esse fim no Teatro da Universidade. Os filmes dessa mostra fazem parte da coleção "Grandes Autores - Manoel de Oliveira", contendo os DVDs e um livro, editada pela Lusomundo Audiovisuais.

Na página do DAC há link para o blog onde estão publicados os nomes e as sinopses de todos os filmes da mostra.


Sobre o filme “Vou para Casa” (2001)

Paris, início de 2000. Gilbert Valence é um ator de teatro cujo talento e carreira bem sucedida sempre lhe renderam os papéis mais cobiçados. Com a morte da mulher, filho e genro em um acidente, Gilbert se vê diante da complicada situação de conciliar a criação do neto, recém-órfão, e seguir a carreira artística.

Duração: 90 min
Com: Michel Piccoli,Antoine Chappey, Leonor Baldaque, Leonor Silveira e participação especial de Isabel Ruth
Festival de Cannes 2001 – Seleção Oficial


SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação do filme, "Vou para Casa” (2001), da Mostra de cinema Grandes Diretores - Manoel de Oliveira. (Sem o debate que estava previsto.)
QUANDO: Dia 05 de outubro de 2010, terça-feira, às 12 horas. A mostra acontece até 30 de novembro de 2010, em todas as terças-feiras às 12 horas, seguida ou antecedida de eventuais debates.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade
CONTATO: Departamento Artístico Cultural - DAC (48) 3721-9348 e 3721-9447 ou www.dac.ufsc.br e dac@dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC - SeCArte - UFSC, com material da coleção de DVDs e dos organizadores da mostra.


Teatro da UFSC para o Dia das Crianças


Teatro da UFSC recebe dois espetáculos teatrais para o Dia das Crianças:
"O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão" e "A Máquina de Pensar Bonito"
De 08 a 12/10, de sexta a terça-feira – menos na segunda.


O Teatro da UFSC recebe uma programação especial para o Dia das Crianças desde este fim de semana até terça-feira, de 08 a 12/10, menos na segunda-feira. São duas peças: "O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão", espetáculo inspirado no folclore da ilha de Santa Catarina, e "A Máquina de Pensar Bonito", em que resíduos recicláveis se transformam em bonecos que contam a história.

Os Ingressos serão vendidos 30 minutos antes das apresentações. O valor do ingresso é R$14,00 inteira e R$7,00 meia. Meia entrada para crianças, pais acompanhados de 2 ou mais crianças, estudantes, idosos, professores e classe artística (mediante apresentação do DRT).


Horários das Apresentações:

8/10 (Sexta)
10:00h - "O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão"
14:00h - "O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão"
16:00h - "O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão"
9/10 (Sábado)
10h - "O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão"
14:30h - "O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão"
16:30h - Espetáculo Sóluz: "A Máquina de Pensar Bonito"
10/10 (Domingo)
10h - "O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão"
14:30h - "O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão"
16:30h - Espetáculo Sóluz: "A Máquina de Pensar Bonito"
12/10 (Terça)
10h - "O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão"
14:30h - Espetáculo Sóluz: "A Máquina de Pensar Bonito"
16:30h -"O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão"
18:30h - Espetáculo Sóluz: "A Máquina de Pensar Bonito"

Sobre os espetáculos

O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão - Articulação Cultural

Num pedacinho de terra perdido mar, na ilha conhecida como Ilha da Magia, o povo se diverte formando rodas nas praças ou mesmo nas ruas, onde pessoas de todas as idades brincam com o boi de mamão. Mas de repente o boi sumiu, desapareceu misteriosamente.

Mas nem tudo está perdido, pois o final ainda podemos mudar. E foi então que uma detetive muito especial e seu atrapalhado ajudante surgem para nos ajudar. A peça é um divertido espetáculo de bonecos de luvas (fantoches em cerâmica) e palhaços.

Os principais suspeitos são investigados: a Rendeira, o Pescador, a Bruxinha curandeira, o Mané João e outros personagens da folclórica brincadeira da roda de Boi.

O surpreendente final para este mistério é revelado e todos participam da volta à roda do Boi de Mamão.

Espetáculo inspirado no folclore da ilha de Santa Catarina.
Duração: 60 minutos
Faixa Etária: Livre
Gênero: Teatro de bonecos de luva e clown
Concepção e Texto: Danielle Coelho e Khalid Prestes
Bonecos e Músicas: Khalid Prestes e Danielle Coelho
Atores/Manipuladores: Khalid Prestes e Juliana Freitas

Articulação Cultural - Florianópolis/SC
articulacaoteatral@hotmail.com
(48) 9968-0147 / 8462-7284 / 3338-1142
www.articulacaocultural.blogspot.com

Espetáculo Sóluz - "A Máquina de Pensar Bonito"

A Máquina de Pensar Bonito, conta a história de uma adorável moça que usa as coisas que encontra pelas ruas para contar histórias.

Para ela não existe nada feio, tudo é bonito. Isso porque quando criança ela encontrou a máquina de pensar bonito. Como fazemos para encontrar a máquina de pensar bonito? Isso é uma longa e bela história, cheia de aventuras e desafios "contra o medo que o medo faz".

A peça traz a bela mensagem de que devemos enfrentar nossos próprios medos, que além do medo existe um mundo cheio de alegria e amor, pois a nossa imaginação é capaz de criar tudo. Valoriza também a importância da reciclagem do lixo, transformando, de forma criativa, resíduos recicláveis em bonecos que são usados para contar a história.


Ficha técnica
Gênero: Teatro de bonecos e atores
Duração: 40 minutos
Texto: Danielle Coelho (Adaptação do livro "A Máquina de Pensar Bonito Contra o Medo que o Medo Faz" de Carlos Alberto Castelo Branco)
Concepção e manipulação: Danielle Coelho
Assistente de produção: André Reboredo
Cenografia. iluminação e figurino: Sóluz Teatro
Faixa etária: Infantil/Livre

Sóluz Teatro - Florianópolis/SC
soluzteatro@hotmail.com
(48) 9633-0013 / 8474-0400 / 3338-1142
www.soluzteatro.blogspot.com


SERVIÇO:

O QUÊ: Espetáculos teatrais para o Dia das Crianças: "O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão" e"A Máquina de Pensar Bonito".
QUANDO: De 08 a 12 de outubro de 2010, de sexta a terça-feira, menos na segunda, em vários horários.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis.
QUANTO: R$14,00 inteira e R$7,00 meia. Meia entrada para crianças, pais acompanhados de 2 ou mais crianças, estudantes, idosos, professores e classe artística (mediante apresentação do DRT). Os Ingressos serão vendidos 30 minutos antes das apresentações.
CONTATO: ARTICULAÇÃO CULTURAL - Florianópolis/SC: articulacaoteatral@hotmail.com - (48) 9968-0147 / 8462-7284 / 3338-1142 - www.articulacaocultural.blogspot.com - SÓLUZ TEATRO - Florianópolis/SC
soluzteatro@hotmail.com - (48) 9633-0013 / 8474-0400 / 3338-1142 -
www.soluzteatro.blogspot.com


Fonte: [CW] DAC.SECARTE.UFSC, com material dos produtores.

Banda Tijuquera e Pedágio do Brinquedo


Projeto 12:30 recebe a banda Tijuquera, atração tem parceria com o Pedágio do Brinquedo 2010
Dia 06/10, quarta-feira, às 12h30, na Concha Acústica da UFSC. Gratuito e aberto à comunidade



A banda Tijuquera é a atração do Projeto 12:30 na UFSC nesta quarta-feira, 06/10, atividade em parceria com o Pedágio do Brinquedo 2010, lançamento pela RBS e CDL.


Banda Tijuquera

“Pra começar, um bom banho de mar...”

Tijuquera mergulha numa temporada de shows no projeto sexta.SIM, na Célula Cultural, trazendo toda sexta-feira um artista catarinense para dividir o palco.

Produzindo uma sonoridade absolutamente original e conquistando fãs desde 1999, o Tijuquera lança dois novos discos - Tijuquera Rocksteady e #5 - que combinam elementos da música eletrônica, rock retrô 70´s e climas de reggae.
Um intervalo de quatro anos sem gravar vinha se estendendo desde o lançamento do álbum #3 “Quem quiser é isso aí...”. Em 2006, após o período de divulgação desse terceiro disco, a banda decidiu pôr em prática a realização de sua primeira tour fora do País. Depois de intenso planejamento embarcou em abril de 2008 para a Europa e fez shows em Paris, Milão e Lisboa. No mesmo ano, em outubro, o grupo representou o Brasil no festival Popkomm, mega evento realizado anualmente em Berlim.

Para o show da Alemanha, o Tijuquera resolveu criar um repertório quase todo composto de canções inéditas e arranjos novos para antigas composições como Passinho e Água tá clara. É aí que sai de cena a sonoridade essencialmente regionalista, característica principal da banda até então, para dar espaço a um som mais contemporâneo. Provavelmente isso surgiu depois que mergulharam no universo das grandes cidades pelas quais se apresentaram e viveram. Na volta para Florianópolis, surgiu a ideia de gravar dois discos. Tijuquera Rocksteady (produção Carlos Trilha e direção artística Márcio Costa) gravado, ao vivo, dentro do estúdio, um olhando na cara do outro, e Tijuquera #5 (produção Tijuquera e direção artística Rodrigo Poeta) que traz uma coleção de composições do começo da carreira e que nunca tinham sido gravadas e apresentadas.

Para celebrar o lançamento dos discos novos, o Tijuquera (Márcio da Vila, voz; Alexandre Damaria, percussão; Neno Moura, bateria; Márcio Costa, guitarra; Rodrigo Poeta, piano elétrico e programações e Nilo Nobas, baixo) mostra seu momento atual numa sequência de eventos que envolvem, inicialmente, o ambiente web (tijuquera.com.br), shows de lançamento em Florianópolis e litoral catarinense, além de shows nas principais capitais do Brasil e estão programados shows na França e Austrália.


Pedágio do Brinquedo

RBS TV e CDL lançam Pedágio do Brinquedo 2010

"Doe o seu abraço" é o tema da campanha criada pela OneWG

Para incentivar a doação de brinquedos e estimular a solidariedade, RBS TV e CDL promovem a partir de setembro o Pedágio do Brinquedo. Com o apoio do SESC, a ação já tradicional em Santa Catarina, será divulgada em uma campanha criada pela Agência OneWG, de Florianópolis. Os brinquedos serão arrecadados até 12 de outubro (Dia da Criança) em diversos postos de coleta espalhados pelo Estado e também nas unidades do SESC e da CDL.

Para a campanha de divulgação, que tem como mote "Doe seu abraço", foram criadas peças alegres e coloridas. Os materiais impressos trazem imagens de brinquedos de braços abertos, prontos para aquele abraço gostoso. Na TV, o comercial tem a participação de crianças alunas do SESC. Ao som de jingle criado especialmente para a campanha, elas abrem os "braços" de diversos brinquedos, num convite para uma deliciosa brincadeira. A campanha, que estreia nesta quarta-feira (1º), conta com anúncios de jornal, cartazes, flyer, jingle e comercial de TV.

Neste ano, o projeto será encerrado com ações de comemoração ao Dia da Criança em 15 cidades do estado. Com o apoio do SESC, serão montadas estruturas de recreação para o público em Araranguá, Blumenau, Brusque, Concórdia, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São José e Tubarão.

Projeto 12:30

O projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural de música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.


SERVIÇO:

O QUÊ: Show com a banda Tijuquera e ação do Pedágio do Brinquedo 2010
QUANDO: Dia 06 de outubro de 2010, quarta-feira, às 12h30
ONDE: Projeto 12:30 na Concha Acústica da UFSC
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.
CONTATO: projeto1230@dac.ufsc.br - (48) 3721-9348 e produção Eventos RBS SC: producao.sc@gruporbs.com.br - (48) 3216-2686

Fonte: [CW] DAC.SECARTE.UFSC, com material institucional e dos promotores

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Teatro com atriz indicada ao Prêmio Shell

Foto: Atriz Juliana Galdino com a máscara do seu personagem, um macaco


Teatro da UFSC recebe espetáculo teatral “Comunicação a uma Academia”, com Juliana Galdino, indicada ao Prêmio Shell
Dias 1,2 e 3 de outubro. Às 21 horas na sexta e no sábado, e às 20 horas no domingo.
Ingressos a R$ 5,00 (estudante) e R$ 10,00 (inteira), na bilheteria do Teatro, uma hora antes do espetáculo do dia e também na sexta-feira das 14 às 18 horas na Secretaria do DAC / Teatro da UFSC.



Teatro da UFSC recebe o espetáculo teatral “Comunicação a uma Academia”, com Juliana Galdino, indicada ao Prêmio Shell. A apresentação em Florianópolis será nos dias 1,2 e 3 de outubro. Às 21 horas, na sexta e no sábado, e às 20 horas, no domingo. Os Ingressos a R$ 5,00 (estudante) e R$ 10,00 (inteira), podem ser comprados na bilheteria do Teatro, uma hora antes do espetáculo do dia e também na sexta-feira das 14 às 18 horas na secretaria do DAC / Teatro da UFSC.

A peça estará em Florianópolis somente neste fim de semana. O espetáculo foi contemplado pelo Programa BR de Cultura/Circulação e realiza três apresentações em cada cinco capitais do País neste ano, a preço popular.


Sobre o Espetáculo

O texto Comunicação a uma Academia, de Franz Kafka, ganha montagem inédita da Companhia Club Noir sob a direção de Roberto Alvim, com Juliana Galdino e Gê Viana no elenco.

Em 1912, o escritor tcheco Franz Kafka (1883-1924) criou a narrativa da metamorfose - súbita e inexplicável - de um caixeiro-viajante em um inseto no livro A Metamorfose. Pouco tempo depois, em 1917, outra obra expande a monstruosidade na qual havia mergulhado. Trilhando o caminho inverso, construiu a grotesca fábula de um macaco que se torna humano.

Para o diretor Roberto Alvim, o encontro com o texto de Kafka e as possibilidades para sua encenação foram determinantes para a montagem.

Em Comunicação a uma Academia, um macaco, interpretado por Juliana Galdino, relata à plateia como se tornou humano. Vigiada por um guarda armado (Gê Viana), a criatura fala sobre o processo de transformação por meio do qual aprendeu a se comportar como um homem. O macaco relata sua história aos excelentíssimos senhores membros da Academia. Enfatiza que lutou para aprender a se comportar como um de nós: aprendeu a apertar mãos, a fumar cachimbo (costume que caracteriza civilização), a beber aguardente, a falar (conquista suprema) e, por fim, a pensar como um de nós.

O macaco reflete e compara sua condição animalesca anterior com a atual humanidade conquistada - hesita, se contradiz, torna-se agressivo, sarcástico, niilista, arrogante, frágil, perplexo.

Tornou-se outra coisa - foi forçado a fazê-lo, morreria se permanecesse ele mesmo, precisava tornar-se como os que o espreitavam do lado de fora da jaula. Agora não está mais preso - mas percebe que tampouco está livre. Afinal, tornou-se um homem, e aos homens (ele descobre) não cabe a liberdade.

Comunicação a uma Academia desenha o processo pelo qual alguém se torna "humano". Isto é, o processo que leva um indivíduo (ou mesmo todo um povo) a abraçar voluntariamente uma idéia hegemônica relativa ao que é ser um ser humano, sob o risco de exclusão da comunidade
global. Metáfora terrível de toda forma de condicionamento, colonialismo, adestramento e aculturação, o texto de Franz Kafka suscita a reflexão a respeito de questões urgentes e graves da era globalizada.


Sobre a montagem

A encenação é minimalista. O palco, praticamente vazio de objetos, está repleto das palavras da "criatura". "Conforme a pesquisa da companhia, o trabalho será pautado na imobilidade dos atores, em movimentos mínimos (mas significativos), numa luz fria e crepuscular e no emprego musical da fala, alternando ritmos, sensações e sobreposições", conta Alvim.

Alvim, que assina também cenário, iluminação, figurinos e trilha sonora, criou um ambiente frio, asséptico, claustrofóbico. "As paredes do cenário são forradas por placas de mármore verde-musgo, com uma grande cabeça de leão empalhada no alto. Nesse lugar, separado da plateia por uma corda de isolamento, o macaco fala, e sua palestra ocorre sob a tensão constante oriunda da presença vigilante de um guarda armado com um rifle", explica.

A encenação de Comunicação a uma Academia destoa da proposta inicial da companhia Club Noir, que era produzir exclusivamente peças de autores contemporâneos. "Isso se deu devido ao encontro do grupo com a obra e as questões nela presentes. A síntese altamente dramática
elaborada por Kafka tornou o texto incontornável para nós", explica o diretor. "Sua pertinência e atemporalidade tornam seu diálogo com o público de hoje tão potente quanto aquele estabelecido pelas melhores obras produzidas na contemporaneidade." completa.

Sobre a Cia Club Noir

A companhia Club Noir foi criada em 2006 pela atriz Juliana Galdino e pelo diretor e dramaturgo Roberto Alvim com o objetivo de encenar autores contemporâneos em obras que dialoguem com a atualidade. O espetáculo Anátema, de Roberto Alvim (apresentado em São Paulo, Rio de
Janeiro e Curitiba ao longo do ano de 2007), marcou a fundação do grupo. Homem sem Rumo, do dramaturgo norueguês Arne Lygre, encenado em São Paulo em 2007, foi o segundo espetáculo da companhia.

O espetáculo rendeu as indicações aos Prêmios Shell de Melhor Direção e Melhor Iluminação (ambos para Roberto Alvim), e ao Prêmio Bravo de Melhor Espetáculo Teatral do ano. A estréia de O Quarto, de Harold Pinter, em novembro de 2008, marcou a inauguração da sede da
companhia, construída com o patrocínio do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. O espaço Club Noir (rua Augusta, 331 - Consolação) abriga as encenações do grupo, além de oficinas permanentes de atuação e dramaturgia, permitindo a continuidade e o aprofundamento de sua pesquisa.


Sobre Roberto Alvim

É autor e diretor com 16 peças encenadas no Rio de Janeiro, São Paulo, França (Paris), Argentina (Córdoba) e Suíça (Lausanne). Sua obra já foi traduzida para o italiano, francês, espanhol e grego, e há publicações teóricas sobre o seu trabalho no Brasil, Argentina, Espanha e França. Foi Professor de História do Teatro e Literatura Dramática no Curso Profissionalizante da CAL (RJ) de 2000 a 2004; também lecionou Dramaturgia na Universidade de Córdoba (Argentina) em 2005, além de ministrar Oficinas para novos dramaturgos em diversos Estados do Brasil (Acre, Ceará, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro, a convite de Festivais e do Ministério da Cultura - Funarte). De 2001 a 2004, exerceu a função de Diretor Artístico da Sala Paraíso - Teatro Carlos Gomes (RJ), onde criou o projeto Nova Dramaturgia Brasileira, que ajudou a consolidar uma nova geração de dramaturgos na cidade do Rio de Janeiro. Em 2005 exerceu a função de Diretor Artístico do Teatro Ziembinski (RJ), onde coordenou o Centro de

Referência da Dramaturgia Contemporânea, com o patrocínio da Prefeitura do Rio.

Em janeiro de 2006, mudou-se para a cidade de São Paulo, onde fundou com a atriz Juliana Galdino a companhia CLUB NOIR, dedicada à montagem de dramaturgia contemporânea. Em 2008, lecionou dramaturgia na ELT - Escola Livre de Teatro de Santo André (SP). Foi o primeiro dramaturgo brasileiro publicado na mais importante coleção de dramaturgia contemporânea européia, a Les Solitaires Intempestifs, em 2005, com sua peça Às Vezes É Preciso Usar Um Punhal Para Atravessar O Caminho, também traduzida para o espanhol e publicada na França, Espanha e Argentina. Desde março de 2006, leciona Dramaturgia no Estúdio De Criação Dramatúrgica, em Pinheiros, São Paulo.


Sobre Juliana Galdino

Principais espetáculos: Fragmentos Troianos, de Eurípedes. Direção de Antunes Filho (2000). Prêt-à-Pôrter 3, coordenação de Antunes Filho (2000). Medéia, de Eurípedes. Direção de Antunes Filho (2001). Medéia 2, de Eurípedes. Direção de Antunes Filho (2002) Prêmio Shell 2002 de Melhor Atriz. Prêt-à-Pôrter 4, Coordenação de Antunes Filho (2002). Prêt-à-Pôrter 5, Coordenação de Antunes Filho (2003). O Canto De Gregório, de Paulo Santoro. Direção de Antunes Filho (2004).

Prêt-à-Pôrter 6. Coordenação de Antunes (2004). Antígona, de Sófocles. Direção de Antunes Filho (2005). Foi Carmen Miranda, Uma Homenagem À Kazuo Ohno. Direção de Antunes Filho (2005). Prêt-à-Pôrter 7. Coordenação de Antunes Filho (2005). Anátema, de Roberto Alvim.

Direção de Roberto Alvim (2007). Homem Sem Rumo, de Arne Lygre. Direção de Roberto Alvim (2007). O Quarto, de Harold Pinter. Direção de Roberto Alvim (2008).

Atuou como Professora de interpretação, corpo, voz e retórica no curso de Introdução ao Método de Ator do C.P.T. (Centro de Pesquisa Teatral do Sesc, coordenado pelo diretor Antunes Filho), de 2001 a 2006. Em 2006, se desligou do CPT para criar, ao lado de Roberto Alvim, a
companhia Club Noir. Ainda em 2006, exerceu a função de professora de interpretação na USP/ECA. Desde 2007 é Professora de Interpretação em diversos cursos livres na cidade de São Paulo. Atuou nos longas Nina, de Heitor Dália. Maria Angélica, de Francelino França e Família vende tudo, de Alain Fresnot. Ganhou o Prêmio Shell 2002 por sua atuação em Medeia 2.

Sobre Gê Viana

Começou a carreira como diretor, cenógrafo e figurinista em espetáculos produzidos na cidade de Vitória/ES. Recebeu os Prêmios no XIII Festival de Teatro Veiga de Almeida (2006) e Festival Nacional de Teatro em Guaçui (ES/2004). Em 2006 ingressa no CPT de Antunes Filho
cursando Introdução ao Método do Ator. É convidado a trabalhar como ator na segunda montagem da Cia. Club Noir, no espetáculo Homem Sem Rumo. Em 2008 compõe o elenco de O Quarto, de Harold Pinter, com a Cia Club Noir.

SERVIÇO:

O QUÊ: Espetáculo teatral “Comunicação a uma Academia”, com Juliana Galdino, indicada ao Prêmio Shell
QUANDO: Dias 1,2 e 3 de outubro de 2010. Às 21 horas na sexta e no sábado, e às 20 horas no domingo.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC
QUANTO: Ingressos a R$ 5,00 (estudante) e R$ 10,00 (inteira), na bilheteria do Teatro, uma hora antes do espetáculo do dia e também na sexta-feira das 14 às 18 horas na Secretaria do DAC / Teatro da UFSC.
CONTATO: DAC / Teatro da UFSC (48) 3721-9348 e 3721-9447 – Visite www.dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC . SECARTE . UFSC, com texto e foto da produtora do espetáculo.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Teatro, “Sin Novedad en el Frente”


Teatro da UFSC recebe o espetáculo “Sin Novedad en el Frente” com o cubano Andy Blanco Rodriguez
Dia 29/09, quarta-feira, às 18 horas. Ingressos a R$ 5,00


O Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha) recebe nesta quarta-feira, dia 29/09, o espetáculo “Sin Novedad en el Frente” interpretado, em espanhol, pelo cubano Andy Blanco Rodriguez. A sessão acontece às 18 horas e o ingresso custa R$ 5,00.

A obra é um espetáculo unipessoal escrito e dirigido pelo Msc. Prof. René Corvo Herrera, graduado em Teatrología e Dramaturgia no Instituto Superior de Arte (ISA) de Havana, Cuba. Seu histórico é constituído de muitos méritos como professor, dramaturgo e diretor, sobretudo na direção do grupo Imagem que fundou em 1983. Além disso, é assessor principal do Movimento de Artistas Aficionados e Promotor Cultural do Instituto Superior Politécnico José Antonio Echeverría (CUJAE).

O espetáculo “Sin Novedad en el Frente” foi escrito a partir de textos de Lorca, Chaplin, Remarque e outros. Ao todo, são 11 personagens que foram vítimas da guerra, seja porque esta, em alguns casos, matou-lhes um ente muito querido e em outros, sua própria vida. Entre eles, está: A Mãe, que perdeu seu filho numa batalha, e mostra seu desespero aparentando ser forte; Mayito e Nanita, duas crianças que tentam compreender o que é a guerra; Pablo, jovem mutilado que tenta animar seu amigo de infância, embora ele saiba que já não há esperanças; Andrés, filho do Coronel Vázquez, sofre ao ver seu pai a beira da morte e sente revolta dele por tê-lo obrigado a participar de uma guerra também; Carlos, personagem filosófico que se questiona sobre outros tipos de guerra que acometem a todos nós direta e indiretamente; no fim, Pablo aparece novamente numa cadeira de rodas, com todos os seus medos, as suas interrogações, incertezas para fazer-nos refletir uma vez mais sobre a guerra e a necessidade de paz.

Cada personagem é interpretado pelo ator através de um intenso e minucioso trabalho, procurando com cada gesto, movimento e som, sensibilizar o espectador a respeito deste flagelo da humanidade.

Com este trabalho, o diretor conseguiu que o ator alcançasse o que René Zahnd diz: “O verdadeiro ator-atriz é o verdadeiro homem-mulher que consegue colocar em conjunção harmônica os três níveis de seu corpo: o corpo orgânico, o corpo da mente e o corpo das emoções”.

Em 2005, este espetáculo recebeu prêmio no Festival Provincial de Artistas Aficionados em Havana e, prêmio nacional no Festival Nacional “Olga Alonso”, na província de Cienfuegos, Cuba.


SERVIÇO:

O QUÊ: Espetáculo teatral “Sin Novedad en el Frente”, em espanhol, com o cubano Andy Blanco Rodriguez
QUANDO: Dia 29 de setembro de 2009, quarta-feira, às 18 horas
ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis
QUANTO: R$ 5,00.
CONTATO: DAC / Teatro da UFSC (48) 3721-9348 – www.dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC com material da produção.















segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Filme, Porto da Minha Infância, na UFSC


Filme “Porto da Minha Infância” é exibido na "Mostra Grandes Diretores - Manoel de Oliveira"
Dia 28/09, terça-feira, às 12 horas, no Teatro da UFSC. Gratuito e aberto à comunidade

O filme "Porto da Minha Infância” (2001) será apresentado nesta terça-feira, dia 28/09, no Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), integrando a mostra "Grandes Diretores - Manoel de Oliveira", premiado diretor português, homenageado no Festival de Cinema de Cannes, em 2008.

A mostra na Universidade é uma atividade de caráter didático-cultural, realizada pelo Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC. As exibições começaram em abril e vão até 30 de novembro deste ano, sempre às terças-feiras, às 12h, seguida ou antecedida de eventuais debates. A mostra tem entrada gratuita e é aberta à comunidade.

O filme será exibido em DVD, utilizando projetor de alta resolução e uma tela apropriada para projeção, equipamentos especialmente instalados para esse fim no Teatro da Universidade. Os filmes dessa mostra fazem parte da coleção "Grandes Autores - Manoel de Oliveira", contendo os DVDs e um livro, editada pela Lusomundo Audiovisuais.

Na página do DAC há link para o blog onde estão publicados os nomes e as sinopses de todos os filmes da mostra.

Sobre o filme “Porto da Minha Infância” (2001)

Manoel de Oliveira volta à sua cidade natal, Porto, cenário de diversas de suas fitas. Desta vez, decide filmar a cidade não com os olhos de um documentarista, mas sob a ótica da memória. É a cidade de sua infância, que sobrevive apenas em recordações, testemunhos, sinais, palavras de canções e antigas fotografias.

Duração: 62 min
Com: Ricardo Trepa, Rogério Samora, Antônio Fonseca e participação especial de Agustina Bessa-Luís, Maria de Medeiros, Leonor Silveira


A mostra no Teatro da UFSC é organizada por Zeca Nunes Pires e Camila Casseano Damazio, numa realização do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina, com o apoio da Pró-Reitoria de Infraestrutura da UFSC. Todos os filmes serão exibidos em DVD.


SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação do filme "Porto da Minha Infância” (2001) da Mostra de cinema Grandes Diretores - Manoel de Oliveira.
QUANDO: Dia 28 de setembro de 2010, terça-feira, às 12 horas. A mostra acontece até 30 de novembro de 2010, em todas as terças-feiras às 12 horas, seguida ou antecedida de eventuais debates.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade
CONTATO: Departamento Artístico Cultural - DAC (48) 3721-9348 e 3721-9447 ou www.dac.ufsc.br e dac@dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC - SeCArte - UFSC, com material da coleção de DVDs e dos organizadores da mostra.


domingo, 26 de setembro de 2010

Banda Somato, no Projeto 12:30


Projeto 12:30 recebe o som variado da banda Somato
Dia 29/09, quarta-feira, às 12h30, na Concha Acústica da UFSC. Gratuito e aberto á comunidade.


O Projeto 12:30 desta quarta-feira, 29/09, recebe o som variado da banda Somato, que realizou turnê na Europa neste ano. O show acontece às 12h30 na Concha Acústica da UFSC. Espetáculo gratuito e aberto á comunidade.

O grupo foi selecionado para o I Festival de Música da UFSC 50 Anos, promovido pela Secretaria de Cultura e Arte em agosto, com a canção Sensato, e integrou a programação da Semana Ousada de Artes, que aconteceu na UFSC e na Udesc dias atrás. Agora é a vez do palco do Projeto 12:30 receber a banda.

Com pouco mais de um ano de estrada (formada em maio de 2009) a Somato já tem bastante história para contar.

Uma gama variadíssima de músicos que vão do popular ao rock e ao erudito compõem o repertório da banda Somato.

A banda trabalha tanto com composições próprias como com versões peculiares de artistas das mais variadas origens e gêneros, temperando tudo com sonoridades novas e incorporando estes experimentos na sua maleta de truques. Cambaleando por diferentes estilos as influências vão do folclore latino-americano ao rock, com elementos de chanson française, música erudita e música popular brasileira.


Histórico

A história da Somato é uma história recente. No entanto, é uma história de muita afinidade, muita paixão e amor à música. Um reencontro nada inesperado, um coral e a formação de uma outra banda marcam o início da trajetória desses cinco elementos.

O encontro de Bruno, Clawn, Glo, Gaspa e Mari aconteceu antes da formação da banda. Durante algum tempo curtiram passeios e divertiram-se juntos, a ideia de fazer um som juntos sempre pairando no ar. Esperava-se que, em virtude da grande afinidade, seria algo muito certo, mas nunca apareciam oportunidades de ensaio. Até que surge um convite para abrir um show em virtude da comemoração dos 50 anos da Revolução Cubana, em que a Somato acabou abrindo o show para o músico Dante Ramon Ledesma.

O primeiro ensaio aconteceu em virtude desse show, e contava ainda com a participação da flautista Rafaella Lenoir (que acabou se desligando do grupo por ter se mudado para a Argentina). Naquele dia 25 de maio de 2009 tudo ficou muito claro. A afinidade não era apenas amizade, mas uma vontade muito grande, um desejo enorme de fazer boa música.

Continuaram os ensaios com afinco mesmo passada a apresentação. Surgem então oportunidades de tocar em festas, novos eventos, e os primeiros shows vão acontecendo.

Ao mesmo tempo, o grupo também se dedica a produzir e gravar demos de suas composições próprias, bem como do seu repertório de versões cover.

Ainda em 2009, a banda recebeu uma proposta para tocar em Lille, França, no
Rouge Bar. A partir desta ideia o grupo partiu, ao final de março de 2010, para uma turnê na Europa. Para se preparar para isto, a banda realizou mais uma série de shows e gravou um EP com cinco de suas músicas para divulgar seu som por lá.

A Somato chegou a Paris no dia 23 de março, e partiu para sua aventura européia passando pela França, Bélgica, Holanda e Áustria. Seja tocando na rua, seja nos pequenos shows intimistas em bares e cafés, a Somato traz sempre um pouco de sol e alegria por meio da música.

Em Troyes, França, além de algumas apresentações o grupo filmou seu primeiro videoclipe, feito inteiramente em HD pelo artista visual e fotógrafo Fabrice Massey (www.flickrs.com/photos/fabrys), também uma concepção independente, que deve sair daqui a alguns meses.

Após se despedir da Europa com duas apresentações no dia 21 de junho na Fête de la Musique em Paris, o grupo retornou a Florianópolis e sem descanso continua fazendo gecshows e trabalhando em músicas novas.

Integrantes da Somato:

Glo (voz e teclados), Clawn(violão e voz), Bruno (guitarra e voz), Gaspa (violoncelo e voz) e Mariel (percussão e voz).


Projeto 12:30

O projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural de música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.


SERVIÇO:

O QUÊ: Show com a banda Somato. Repetório: do popular ao rock e ao erudito
QUANDO: Dia 29 de setembro de 2010, quarta-feira, às 12h30min.
ONDE: Projeto 12:30 na Concha Acústica da UFSC, em Florianópolis.
QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.
CONTATO Projeto: projeto1230@dac.ufsc.br e (48) 3721-9348 ou 3721-9447
SOMATO: E-mail do grupo: talk2somato@gmail.com

Fonte: [CW] DAC: SeCArte: UFSC, com material da banda